DEPOIS DE 'CONJE', MORO ATACA PORTUGUÊS NOVAMENTE COM 'RUGAS'

DEPOIS DE 'CONJE', MORO ATACA PORTUGUÊS NOVAMENTE COM 'RUGAS' O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, concedeu entrevista ao jornalista Pedro Bial, levada ao ar na madrugada desta quarta-feira, 10, no Programa do Bial, da TV Globo Além de ter classificado como "incidente" o fuzilamento do músico negro Evaldo Rosa dos Santos com 80 tiros por militares do Exército, o ex-juiz da Lava Jato voltou a cometer erros na língua portuguesa

Ao falar sobre a relação com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que ficou irritado após ser cobrado pelo ministro para tramitação de seu pacote anticrime, Moro usou a palavra "rugas" ao invés de "rusgas" "No fundo, essas rugas pontuais, em política, podem acontecer", disse Moro Assista: Vídeo incorporado hnq

@tommasinii Só quero ser um dos primeiros a comentar mais essa gafe do Batoré de toga, @SF_Moro que trocou "cônjuge" por "conje" e, agora a nova burrice", rusgas" por "RUGAS" Diretamente da minha velha TV hahah O marreco só engana quem ama a mentira e a desinformação#15anosDeRoubalheira

09:04 – 10 de abr de 2019 Veja outros Tweets de hnq Informações e privacidade no Twitter Ads Além desta, o ministro da Justiça também empregou, em três ocasiões, o verbo "haviam" no plural no sentido de "existiam" O que é incorreto, porque o verbo haver neste significado é impessoal, ou seja, deve ser conjugado apenas na terceira pessoa do singular, qualquer que seja o tempo (há, houve, havia, houvera, houver, houvesse etc

) Antes destas derrapadas no idioma, Sérgio Moro viralizou nas redes sociais ao falar a palavra "conje" ao invés de "cônjuge", e dizer que alguém pode estar "sobre violenta emoção", ao invés de "sob" violenta emoção