O que é Linguagem? – Resumo para o ENEM: Português | Descomplica

00:00 – Português Aline Bello Linguagem 00:15 – Olha para uma nomenclatura da prova do Enem, percebemos que a prova é chamada de linguagens, código e suas tecnologias Desse modo, o Enem valoriza o aluno que está ligado com a sociedade em que ele vive

Essa Os valores de língua, linguagem e sua aplicação na sociedade 01:10 – A prova é ver se o aluno é capaz de detectar os eventos que acontecem com língua portuguesa Nós temos o padrão padrão que é denominado padrão de referência ou cultura que é prescrita pela gramática normativa da língua portuguesa 01:30 – No entanto, na rua os humanos não usam uma língua semper na norma culta O Enem vai 02:00 – Uma linguagem diferente de expressão verbal ou não verbal Tipos: Verbal – Construídas por meio de palavras

Não verbal – Construída via de símbolos não verbais como imagens, cores, gestos Mista ou híbrida – Mistura das duas anterioresExemplo: Encargos

02:50 – Outro conceito de extrema importância é o de língua A língua é o tipo de linguagem verbal que é utilizada por uma determinada comunidade O que nos importa é uma variação que acontece na sociedadeNós, não utilizamos sempre uma norma cultaNo dia-a-dia utiliza uma linguagem coloquial

¿Para qué sirven las matemáticas? – CuriosaMente 24

O que é matemática para? Este vídeo é apresentado por Objetos e Figuras, o aplicativo interativo para pais e professores de pré-escola para ajudar as crianças As crianças mais novas sabem matemática Multiplicações e divisões! Frações e equações! Polinômios e raízes quadradas! Com estas palavras, já estamos com medo metade do público

Tantos números e operações na escola geralmente nos enredam Mas a matemática é apenas números? E acima de tudo, qual é o uso da matemática? Em primeiro lugar, a matemática não é apenas números Além das quantidades, esta ciência formal lida com as relações lógicas que têm a ver com a estrutura, como álgebra e teoria de grupo; com espaço, como geometria e topologia; e com a mudança, como o cálculo vetorial e a teoria do caos

E quais são as contas, além de reprovar alunos? Existem duas posições sobre isso A posição idealista diz que esta ciência é como poesia, música e amor: é inútil perguntar para que servem que são um fim em si mesmos Eles são uma construção bonita que a civilização foi construindo, e tem tal lógica, coerência e elegância que só podemos maravilhar e tente contribuir para ampliá-lo A posição prática diz que a matemática sim eles servem e para tudo Não apenas para pedir uma mudança na loja

A matemática está presente nos cálculos necessários para construir pontes para as operações que são necessárias para programar todas as operações que fazem computadores, bem como música e arte O poder da matemática é incrível Veja, por exemplo, a história de Eratóstenes de Alexandria Em seu tempo a terra já deveria Era esférico E, para leituras, ele aprendeu que em Siena, Egito (hoje Aswan), os raios de sol caiu tão vertical que, no solstício de verão as colunas não projetaram sombra e os poços foram acesos ao fundo

Como Alexandria estava aproximadamente em o mesmo meridiano e lá as colunas fizeram sombra naquele dia, ele pensou que foi possível calcular a curvatura da terra e, portanto, seu tamanho Ele assumiu que O sol estava tão longe que seus raios podiam ser considerados paralelos, então, pela diferença no tamanho das sombras projetadas pelos pólos, eu poderia calcular o ângulo: 7,2 graus Isso é equivalente a um quinto dos 360 graus que tem uma circunferência Eratóstenes já conhecia a distância entre as duas cidades: 5000 estádios, cerca de 800 quilômetros Ao multiplicá-lo por 50, obteve 250000 estádios, quase 40

000 quilômetros A circunferência da Terra como a conhecemos hoje! Claro que não temos certeza de quanto exatamente um estádio medido (acreditamos que o Estádio Egípcio mediu 158 metros), então os cálculos podem ter algum grau de erro No entanto, é portentoso que, armado simplesmente com um relógio de sol e seu raciocínio matemático, um homem poderia calcular as medidas do mundo Matemática está presente na trajetória dos planetas, nos cálculos da teoria da relatividade, na estrutura do seres vivos, em comportamentos sociais em qualquer campo do conhecimento humano É tão maravilhoso como a matemática, trabalhando dentro de todas as ciências, descreve o universo, que existem filósofos que argumentam se eles foram criados pelo homem, como artes, ou melhor, seus princípios são descobertos: eles são parte do tecido fundamental do cosmos O cosmólogo John D Barrow chegou a especular que a matemática poderia ser anterior não só ao universo, mas às mesmas leis físicas O mais incrível sobre matemática é que é a única ciência que postula eles podem ser testados com total certeza

Para uma afirmação que assumimos verdadeira porque Não foram encontrados casos que contradissem o que chamamos de "conjectura" Para uma afirmação que atingiu o grau de verdade absoluta é chamado "teorema", como o teorema de Pitágoras que Eratóstenes usou para calcular a circunferência da terra Curiosamente! Objetos e figuras é uma aplicação para pré-escolares saber as noções básicas de geometria jogando e se divertindo Está disponível para computadores Windows ou Macintosh, para escolas e indivíduos, na loja CuriosaMente, distribuidores de material educacional na República Mexicana e como aplicativo móvel no Google Play e na App Store Ele é projetado com base nos objetivos da Secretaria de Educação Pública do México

Também é compatível com quadros interativos! Se você é pai ou professor de crianças pequenas, vai adorar!

O maior ERRO que os HISPANO HABLANTES cometem ao falarem português.

Oi pessoal, tudo bem? bom dia, boa tarde, boa noite! Como é que vocês estão? Espero que todos estejam bem O vídeo de hoje é especial para quem é falante de espanhol pois eu tenho percebido que mesmo os alunos avançados ainda cometem esse erro de português Vocês sabem que eu dou aulas para diferentes nacionalidades, mas dentre elas hispanoblantes também

E sempre tenho notado um errinho muito comum entre todos eles que eles nem percebem, nem percebem que estão fazendo Mas vamos corrigir isso porque eu acho que durante todo o período de aprendizagem eles não aprenderam, ninguém corrigiu, mas é importante, tá bom, porque é diferente do português E eu sei que vocês buscam a perfeição que vocês querem falar exatamente como a gente, então vou corrigir pra vocês Eu já fiz outros vídeos, vou deixar aqui alguns links para vocês, especial para hispanohablantes Que tem assuntos diversos de erros ou dicas justamente pra quem é falante do espanhol que tem essas mesmas dificuldades

Então, o problema está o uso dos pronomes NO e NA quando se refere a tempo Como assim? Bem vamos começar um pouquinho de gramática, retomar um pouquinho da gramática "Ah professora não gosto de gramática" A gramática às vezes é necessária, às vezes nós precisamos dela pra ter estrutura, para conhecer a estrutura da língua, ter um bom alicerce e aí fazer um conhecimento forte Então, o NO e o NA em português é o que ? É a junção do EM + O EM + A só que às vezes nós utilizamos isso de maneira que não faz muito sentido

E principalmente para línguas tão próximas como português ou espanhol às vezes não dá para entender porque que é diferente Então vamos para o primeiro exemplo Isso é em espanhol OK Como que fica isso em português? Em português nós vamos dizer: Perceberam? Agora o segundo exemplo

Viram a diferença? Então é necessário quando nós estamos nos referindo a dias da semana, fins-de-semana, semana com esse NO ou NA que é diferente do espanhol Quer ver um terceiro exemplo? Deu pra ver a diferença? É, isso é português Mas tem que prestar atenção porque então a gente sempre vai usar esse NO ou NA Mais um exemplo pra finalizar Então vocês vêem que não dá para somente traduzir do espanhol para o português que nem sempre funciona igual

Não tem alguns detalhes que são diferentes Então, vamos retomar Acontecimentos, coisas que acontecem num período, num certo período, nós vamos utilizar NO e NA Então, 'na semana passada", "no fim de semana", " no dia 20", " no dia 15", " no domingo", " na segunda" Mas, às vezes, nós utilizamos somente com o artigo O ou A

Quando que é esse caso? Agora complicou porque às vezes nós usamos Por exemplo, eu digo assim Então, pegando esses exemplos o que é que dá pra concluir com isso tudo? Quando usamos com o verbo SER, então nós vamos utilizar os artigos O ou A Perceberam então a diferença? Então, quando nós produzimos alguma ação então quando tem uma ação eu vou usar NO ou NA Quando eles é que estão sofrendo uma ação ou enfim eles estão carregando este verbo SER, aí é o O ou A que nós vamos utilizar Bem gente, eu espero que essa dica ajude vocês, se vocês gostaram deem um "like"para mim, compartilhem o vídeo para que todos possam saber disso também e se vocês querem mais ajuda, não deixem de clicar no link aqui abaixo do vídeo

Aula 1 – O que é Português Como Língua de Acolhimento? Questões iniciais.

Olá! Sejam bem-vindos ao meu canal Meu nome é Ana Paula de Araújo Lopez eu sou doutoranda em Linguística Aplicada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Eu estudo a área conhecida como Português como Língua de Acolhimento que é, (vou falar a grosso modo, tá?) ,o ensino de português para imigrantes deslocados forçados ou seja aqueles imigrantes que chegam ao Brasil por meio de processos deslocamento forçado ou de crise, como os refugiados, por exemplo Esse vídeo tem o objetivo de explicar um pouquinho mais sobre esse conceito, sobre essa área de pesquisa e de ensino e ajudar você que se interessa pelo tema a iniciar seus estudos na área, tá bom? Vamos lá, então? O Português como Língua de Acolhimento é uma ramificação da área de português como Língua estrangeira (PLE) ou Adicional (PLA) Basicamente, o que diferencia o português como língua de acolhimento de outros contextos de ensino dentro do escopo do PLE ou Adicional é mesmo o público alvo e os objetivos do do ensino e da pesquisa nesse contexto Aí você deve estar se perguntando: – "Mas, Ana, então quer dizer que todos os estrangeiros que eu dou aula, cada grupo sendo diferente, tendo objetivos diferentes, então eu vou ter que criar um nome pra todos esses contextos?" Bom, não é bem assim! Na verdade, a gente tem um nome específico, Português como Língua de Acolhimento – que aqui nós vamos chamar de "PLAc" só pra facilitar – justamente porque nós estamos tratando de um grupo minoritarizado no país e, somente para fazer um parêntese, eu vou explicar um pouquinho o que é minoritarizado para que vocês entendam que estou querendo dizer "Minoritarizado" é um termo que eu escolhi utilizar no lugar de "minoria"

Também não é usado num sentido demográfico, ou seja, para se referir a um grupo composto por poucas pessoas em comparação a um grupo maior de pessoas Usar "minoritarizado" no lugar de "minoria" é uma escolha para enfatizar que isso é uma consequência de processos sociais, históricos, econômicos, políticos que levaram esse grupo a estar nessa condição, isso é, ocuparem uma posição em que estão destituídos de certos direitos e/ou estão em relação de desvantagem perante outros grupos de imigrantes

Apesar de ser algo muito complexo, porque é um fenômeno social com todas as suas complexidades, eu vou tentar me arriscar aqui efalar um pouquinho porque o grupo composto pelos imigrantes deslocados forçados estão em certa desvantagem social em comparação com outros grupos de imigrantes no país Isso acontece principalmente por dois motivos: Primeiro: pelos processos de migração dessas pessoas E segundo: pela vulnerabilidade, advinda tanto desses processos, quanto de outras questões Primeiramente, no que diz respeito ao processo de migração: os deslocados forçados, como os refugiados e imigrantes ecológicos, eles são, geralmente, motivados a migrarem por outros motivos motivos "mais fortes" – se a gente pode chamar assim – do que turistas, por exemplo Então,eles chegam ao país de destino muitas vezes sem um projeto prévio de migração, sem muita elaboração desse projeto

Não entenda mal: claro que eles têm um pequeno projeto – se a gente for pensar, por exemplo, nas pessoas que ainda estão deslocadas forçadamente dentro de seus países em diversos países do mundo – mas, muitas veze,s isso é diferente é decorrido (decorrente*) de alguma coerção um pouco mais forte que leva essas pessoas a terem que se migrar – e não simplesmente o fato de querer fazer uma viagem ou de aprender um novo idioma ou simplesmente ir trabalhar num outro lugar porque recebeu uma oportunidade de emprego, por exemplo E a vulnerabilidade social dessas pessoas advém justamente do fato de que muitas delas podem ser que enfrentam problemas econômicos, problemas, às vezes, psicológicos advindos desses mesmos processos de migração forçada então eles têm uma certa vulnerabilidade – que também não é igual pra todos, é importante a gente falar isso né – é porque a gente tem que considerar também quando estamos falando de vulnerabilidade, diversos fatores que influenciam, por exemplo, o gênero da pessoa, a religião, a etnia, né, a aparência física (você já deve entender o que estou querendo dizer) mas, no geral, os imigrantes deslocados forçados podem ser considerados mais vulneráveis e, portanto, um grupo minoritarizado justamente porque eles têm um pouco menos de direitos, né, eles têm que reafirmar a sua identidade o tempo todo justamente porque também é uma identidade muito controlada por legislações internacionais, né? Então eu estou querendo dizer é que esse grupo ele é minoritarizado devido a essas questões Então, se a gente tem um grupo que tem demandas um pouco mais, vamos dizer assim, "sérias", talvez por não terem/não serem vistos da mesma forma pelas outras pessoas muitas vezes serem mal interpretados – a gente acompanha na mídia pela fala dos imigrantes como eles, às vezes, são indesejáveis no país não tanto quanto outros imigrantes que aqui vem, né, principalmente de países mais ricos e mais desenvolvidos Então, nesse contexto todo, a gente marcar área de Português como Língua de Acolhimento é uma estratégia dos pesquisadores da área e dos profissionais também para marcar esse contexto, para visibilizar essas pessoas, a situação dessas pessoas, e também como um ato político de marcar o contexto de ensino para uma minoria (composta) de imigrantes no país Então, gente, pra terminar – porque eu falei demais nessa nossa primeira aula – eu queria deixar aqui somente alguns lembretes, alguns pontos importantes para vocês pensarem nas pesquisas futuras e também se forem desenvolver aulas, cursos ou forem trabalhar com imigrantes

Então é importante, em um primeiro momento, a gente sempre reconhecer que esse grupo é heterogêneo; eles têm processos de deslocamento que são forçados ou de crise mas nem por isso todos têm a mesma demanda, obviamente, nem todos têm as mesmas necessidades e nem todos têm os mesmos objetivos, né? Então a gente tem que pensar também, e parar de reproduzir esse discurso de que o português é uma obrigatoriedade para eles e que isso é que vai causar que o imigrante ascenda socialmente no país, porque a gente não pode prometer isso além do mais, pode ser que o lugar onde esse imigrante vá viver no país outras línguas sejam mais importantes que ele aprenda, né, como quem vai viver em área de fronteira ou em comunidades que falam outros idiomas no Brasil, né considerando que a língua portuguesa é a língua oficial, a língua majoritária no nosso país, mas não é única, né? Em último lugar, como é um grupo minortarizado, o ensino para essas pessoas, ele tem que seguir, a nosso ver, três pilares importantes – aqui nós estamos nos baseando em uma pesquisadora que é a Terezinha Maher Eu vou deixar o link aqui embaixo do texto dela Os três pilares são: a politização desses imigrantes, né como é um grupo minoritatizado eles têm que saber dos seus direitos e de seus deveres e tudo isso, gente, na sala de aula de português mesmo e, em segundo lugar, a educação do entorno, ou seja das pessoas que estão ao redor desse imigrante porque não adianta de nada o imigrante reconhecer seus direitos mas a população ao redor dele não ajudar, a validar esses direitos, não reconhecer como legítimos, né e aí, claro, que a capacidade de atuar ou de acesso a esses direitos fica cerceada se o entorno desse imigrante – as pessoas que estão ao redor – não têm conhecimento desses direitos também e não legitima esses direitos Tá, bom? Então como que a gente faz isso no nosso curso de português? Pode ser com algumas atividades – atividades simples, como eu fiz quando eu trabalhava com esse tipo de imigrante em Belo Horizonte (MG) Nós fazíamos

nós fizemos uma vez um projeto que deu muito certo que foi o "amigo de carta" – que eu, numa aula ensinando localização para os nossos alunos (endereços e coisas assim) a gente fez um projeto de "amigo de carta" Eu escolhi alguns amigos meus na universidade que eu estudava e eles eram amigos de carta dos imigrantes Aí um contava a vida dele para o outro

Isso é um projeto super simples que dá para você fazer na sua sala de aula E aí esses outros amigos meus tiveram contato com esses imigrantes inclusive tiveram oportunidade de perguntar coisas que eles tinham dúvida sobre os processos de imigração/sobre quem são essas pessoas Outro projeto interessante, pode ser uma uma peça de teatro e ou ainda projetos como o "Abraço Cultural" que acontece em São Paulo (SP) (que eu também vou deixar o link aqui embaixo) e, claro, é importante falar que esses projetos podem ser projetos assim como feiras e questões "mais superficiais", vamos dizer assim mas também é sempre bom que haja espaço para debates, espaço para que essa população entre em contato com essas pessoas [imigrantes] e, sim, se acrescentarem mutuamente para desenvolverem um conhecimento de si próprios e desse outro, né, que está aí É um processo de educação desse entorno mesmo, tá? E o último ponto, de acordo com a pesquisadora, a Maher (2007), seria avanços na legislação – que sempre têm que haver já que é um grupo minoritarizado Mas, você deve estar pensando, "mas eu não consigo fazer isso na minha sala de aula, eu não consigo criar leis!" Realmente, a gente não consegue, mas, eu tenho certeza que politizando nossos alunos, educando a sociedade que está ao redor dele para conviver com essa diferença, respeitando e legitimando os direitos desses imigrantes isso, sim, vai levar com que o próprio imigrante e as pessoas ao redor "empurrem" o Estado para promover leis benéficas, mais adequadas e benéficas para essas pessoas, tá bom? Bom, pessoal, nós vamos ficar por aqui hoje espero que vocês tenham gostado do vídeo – foi um vídeo bastante introdutório mas espero que deixe aí para vocês vocês pensaram, para vocês procurarem saber mais Estou aberta a comentários, a perguntas, qualquer coisa deixe seu comentário aqui curta o nosso vídeo e até a próxima!

Como o INTÉRPRETE EDUCACIONAL Pode Ser a Ponte que conecta LIBRAS e LÍNGUA PORTUGUESA

Qual a relação entre, o Intérprete educacional ficar de pé na hora da tradução e da interpretação e a língua portuguesa? Olá! Parece estranho (não é?) haver alguma relação entre:estar de pé, durante o processo de tradução e interpretação para o educando surdo e a língua portuguesa (!!!) Mas eu vou te mostrar o raciocínio da coisa, para você entender: Eu sou uma defensora de que, o intérprete educacional deve se colocar de pé e de frente para o aluno surdo, quando ele vai traduzir e interpretar as aulas Também sou defensora de que, esse posicionamento deva ser paralelo ao professor

Hoje, a gente vai focar nessa relação entre interpretar de pé, de frente ao educando surdo e a língua portuguesa Se você está de pé, paralelo ao professor, ou à professora, o aluno está podendo ver a tradução e interpretação que você faz e está podendo ver o professor Ok, tudo bem! O aluno surdo, não é visual? Sim ele é visual Se ele é visual, ele precisa do concreto, para entender correto? Por que? ELE NÃO ESCUTA! Então, ele precisa VER! E, no quê ele vê, as coisas estão concretas ali, se apresentando para ele

Ok? O Intérprete vai traduzindo de uma língua para outra, enquanto o professor está dando a aula, mas ele também está INTERPRETANDO aquela aula Durante o processo de interpretação, dentro da sala de aula o intérprete é: um adjetivo; uma célula; é uma personagem de uma história; ele é vários personagens de uma história; ele é uma lâmpada; ele é uma montanha; ele é um cavalo; ele é uma barraca de acampamento; ele é um tapete; ele é uma caixa de lápis de cor – durante a interpretação! Porque nós, o nosso trabalho, consiste num processo neurológico, de traduzir de uma língua para outra, mas também num processo de expressão facial e corporal, certo? Quando a gente junta, a tradução e a Interpretação dentro da sala de aula, o aluno está olhando para você, enquanto o intérprete, e está assistindo de verdade aquela aula, porque ele olha para o professor muitas vezes, para complementar, aquilo que ele está vendo aqui, você está traduzindo, mas você também está interpretandoEntão, ele está envolvido ali com aquilo! Não importa qual é a disciplina; importa o envolvimento dele, porque ali está uma somatória, tanto de tradução do que está sendo dito, como de interpretação, ok? Aí terminada essa explicação; terminada a tradução e a Interpretação, normalmente, os professores dão alguma atividade, dão algum exercício, para que eles façam E normalmente, essas atividades são escritas Normalmente, não é? E aí?!? O aluno tem dificuldade com a língua portuguesa, entretanto, se você traduziu, se você interpretou nota “1000”, ele entendeu, ele está por dentro do conteúdo

Aí vem lá as perguntas Você vai ter que, de novo, traduzir para ele as perguntas, porque ele tem extrema dificuldade com a língua portuguesa – a maioria deles, tá a gente? Não tô falando das exceções que dominam legal, tô falando da maioria – que tem extrema dificuldade E aí conforme você vai traduzindo as atividades que têm que ser feitas, ele vai associando: -Hummm…’ o rei, o nome daquele rei lá que, a professora falou na explicação’: ah esse ‘cara’ aqui – ah ele é um homem; é uma mulher; ah, o nome dele é tal! GUARDOU! PRONTO! Por mínimo que seja, o conteúdo em língua portuguesa, que ele consegue GUARDAR é mais do que nada! Por que? Porque, sem querer, sem planejar fazer isso, ele consegue associar a explicação que o professor está dando, a tradução e interpretação que, o Intérprete está fazendo, enquanto o professor está explicando e o conteúdo escrito em língua portuguesa: um texto no livro que ele vai ler, ou as atividades que ele vai responder, está lá, está tudo vinculado e aí, ele vai dominando as palavras – algumas palavras!!! Entendeu o porquê que, eu sempre falo de ficar de pé? Porque se, você se coloca ao lado, sentado ao lado do educando surdo, para traduzir e interpretar vamos supor que você está aqui e o professor está aqui; você está ao lado do aluno surdo, você não está paralelo ao professor Então, ele vai olhar para você e vai perder o professor Você acha, que ele vai perder o professor? não vai! Ele vai deixar você falando, para ele olhar para o professor! (como eu já mencionei isso em outros vídeos,, aqui no canal) Então, você no paralelo, ele já está vendo os dois: intérprete e professor -juntos Aí vem a atividade escrita; Você traduz para ele, porque ele tem dificuldade com a língua portuguesa; aí na atividade fala o nome da célula que, o professor explicou; Ele olha aquilo… -A célula! Humm a célula, hamm o nome da célula é tal! Ou do rei , ou seja lá da disciplina que for! Entendeu?!!! Então… É importante, você refletir sobre essa minha sugestão que dou: “Traduzir e interpretar em pé e de frente ” principalmente dentro da escola, porque é lá onde o aluno surdo passa uma boa parte do tempo de vida dele e é ali, o grande celeiro de oportunidade, para ele poder fazer essa associação entre o concreto, o visual e a palavra escrita – a modalidade escrita a qual, ele tem tanta dificuldade! Você faz a sua parte, dentro de sala de aula; aí esse educando vai para a sala de recursos – as professoras da sala de recursos também dão lá o reforço; aí, ele vai para casa e faz parte de uma família consciente, da necessidade de dominarem a libras, para poderem ter uma comunicação mais efetiva e mais producente, com o familiar surdo e então, ele vai ‘lincando’ tudo! E as chances desse aluno surdo aumentam exponencialmente, tá? Tá! Tudo bem! Eu estou sendo otimista! Ué, mas a gente pode acreditar numa coisa assim, porque, de verdade, ele vai à escola todo dia – você está lá atendendo ele, todos os dias; De verdade, ele vai à Sala de Recursos não sei quantas vezes por semana – isso também é, outra realidade

A questão da família: algumas já têm essa consciência, outras ainda não, mas a gente vai fazendo um trabalho de formiguinha, até que um dia, essa consciência expanda e fique bem! Mas se não tem ainda, com a família, pelo menos dentro de sala de aula, você está fazendo o seu possível, para contribuir, para colaborar com esse educando surdo, para que ele tenha autonomia, não é? Porque ele não vai estar com você, 24 horas do dia e o mundo é feito de escrita, a comunicação – grande parte é escrita e quem perde é ele, quanto menos ele sabe, da língua portuguesa Ok?! Então é isso! Espero que o vídeo de hoje ajude você a refletir muuuuuuuito, durante os próximos dias a respeito da sua colocação em sala de aula, enquanto intérprete educacional, Tá bom?! Muito obrigada, por você ter ficado comigo até aqui e a gente se encontra no próximo vídeo! Até lá!

O que mais cai em concurso público – matemática – DESCUBRA

Você sabe o que mais cai em concurso público? O que mais cai nas provas de matemática por exemplo? Este vídeo pode te ajudar a ser aprovado em um concurso público, você concursando precisa de material de qualidade para passar na prova e se tornar um servidor público com essas dicas de ouro Portanto, assista e veja como passar em concurso público Você sabe o que mais cai em concurso público? O que mais cai nas provas de matemática por exemplo? Este vídeo pode te ajudar a ser aprovado em um concurso público, você concursando precisa de material de qualidade para passar na prova e se tornar um servidor público com essas dicas de ouro

Portanto, assista e veja como passar em concurso público Você sabe o que mais cai em concurso público? O que mais cai nas provas de matemática por exemplo? Este vídeo pode te ajudar a ser aprovado em um concurso público, você concursando precisa de material de qualidade para passar na prova e se tornar um servidor público com essas dicas de ouro Portanto, assista e veja como passar em concurso público Você sabe o que mais cai em concurso público? O que mais cai nas provas de matemática por exemplo? Este vídeo pode te ajudar a ser aprovado em um concurso público, você concursando precisa de material de qualidade para passar na prova e se tornar um servidor público com essas dicas de ouro Portanto, assista e veja como passar em concurso público Você sabe o que mais cai em concurso público? O que mais cai nas provas de matemática por exemplo? Este vídeo pode te ajudar a ser aprovado em um concurso público, você concursando precisa de material de qualidade para passar na prova e se tornar um servidor público com essas dicas de ouro Portanto, assista e veja como passar em concurso público