COMO EU TIREI 988,7 EM MATEMÁTICA NO ENEM | Lucas Felpi

Oi pessoal! Bom dia, boa tarde e boa noite pra quem estiver assistindo Meu nome é Lucas Felpi e, se você não me conhece, esse daqui é o meu canal

Eu fui um dos que tirou 1000 na redação do Enem mas eu também tirei 988,7 em matemática, então eu vim fazer esse vídeo para dar algumas dicas e estratégias e táticas que usei na prova do Enem 2018 para tirar essa pontuação na área de matemática, e porque esse canal vai ser dedicado a ambas as áreas: à redação e à matemática, só que ultimamente eu tenho falado muito sobre redação, então eu decidi fazer esse vídeo falando de matemática, para ajudar vocês com essa matéria Bom, eu queria falar que, de novo, obrigado pela audiência que está tendo esse canal, porque está cada vez mais crescendo Hoje já tem 37 mil inscritos e eu estou ouvindo as sugestões de vocês, então eu mudei, por exemplo, o ângulo da câmera, agora acho que está mais reto, porque antes estava pra baixo Estou tentando mudar a velocidade da minha voz, que eu sei que eu falo muito rápido, então estou tentando falar mais devagar, e poder passar o conteúdo aqui pra vocês, porque essa é a intenção do canal e a cada dia a gente vai melhorando assim Queria explicar que, sim, eu tirei 988 em matemática, o que é uma nota absurdamente boa, eu não estava esperando

Eu acertei 43 de 45 questões da área de matemática da prova, então foi uma boa pontuação Eu não imaginava acertar tantas, mas eu tive várias dicas e várias formas de realizar essa prova que me ajudar a chegar lá, e que me trouxeram essa pontuação Eu sabia que eu ia bem na prova, não sabia que eu ia tanto assim E eu acho que essa confiança que eu tinha da prova também foi uma forma de ajudar nesse sentido Primeiro de tudo, eu queria falar que é importante sim estudar o conteúdo de matemática

Eu não vou falar tanto sobre isso, porque já fiz um outro vídeo, que é "como estudar matemática", que vai estar naquele cardzinho em um dos cantos da tela, que eu não aprendi qual é ainda, pra você clicar e assistir o outro vídeo Mas eu queria falar que, sim, é importante estudar esse conteúdo, e, para a prova do Enem, é importante que você foque em que conteúdos são mais cobrados, porque o Enem não cobra uma temática tão avançada quanto outros vestibulares, como Fuvest, Unicamp (eu sou do Sudeste, então eu conheço mais esses vestibulares), mas ele cobra uma matemática mais básica, mais fundamental de lógica Você tem que saber raciocínio lógico, você tem que saber porcentagem, análise de tabelas, de gráficos, geometria espacial, funções, estatística, probabilidade, análise combinatória Você tem que saber uma matemática mais básica e mais lógica para a prova do Enem O que dificulta são outros fatores, que eu vou abordar agora

Além de estudar o conteúdo, o que eu acho que é mais importante pra matemática do Enem e que me fez tirar essa pontuação, é estudar a prova Então assim, eu fiz o Enem 2017 também e no Enem 2017, como treineiro, eu tinha acertado no máximo umas umas 30 questões É uma pontuação boa, sim, mas, falando comparado com o que eu tirei em 2018, é bem menor E o que fez a maior diferença pra mim foi estudar a prova de matemática do Enem, não é estudar tanto o conteúdo, é estudar a prova Pra mim estudar a prova é tão essencial, porque a prova do Enem de matemática é muito única, é muito diferente de outros vestibulares, é muito diferente de outras provas e exames que você deve ter feito

Ela envolve um estilo de questão muito específico e que, se você treinar, você domina muito bem, e consegue fazer a prova com o conteúdo que você estudou Então, dentro desse estudar a prova, eu acho que uma coisa muito importante é você estar o estilo de questão Como eu falei, ele é muito único, muito diferente dos outros vestibulares Como é esse estilo de questão? Eu vejo que as questões do Enem são muito de matemática e interpretação de texto Então, além de você saber o conteúdo de matemática, você tem que saber interpretar texto, tem que saber lidar com textos longos, às vezes são muito longos, e que são complicados, envolvem problemáticas do cotidiano Sempre tem uma situação do cotidiano para você resolver usando a matemática, mas, para você resolver o exercício, para você resolver essa situação, você precisa saber ler muito bem, você precisa saber selecionar as informações, os dados e os comandos desse enunciado, para você começar a resolver a questão

E como que você entende esse estilo de questão propriamente dito, não só eu falando, mas você precisa treinar, você precisa ir atrás de exercícios de anos anteriores, de edições anteriores do Enem, e procurar como eram essas questões, porque o estilo de prova se repete Essas questões vão aparecendo um ano após o outro, tem questões com raciocínio muito parecido de anos diferentes, então esse estilo de prova, esse estilo de questão, se repete Se você treinar, você domina, então isso é baseado no treino Depois que você entendeu mais ou menos o estilo de questão do Enem, é importante que você procure métodos de resolução da prova Como você vai resolver cada questão, e como você vai resolver a prova numa totalidade né, o segundo dia do Enem inteiro e as 45 questões de matemática

Eu desenvolvi alguns desses métodos que eu vou compartilhar Eu peguei o hábito de começar a prova do Enem no segundo dia por matemática, porque eu sabia que eu tinha mais facilidade no conteúdo de matemática do que no conteúdo de ciências da natureza, e pessoalmente, eu sentia que precisava de mais força e energia para fazer a prova de matemática, então eu começava por ela, por ela demandar mais energia, eu precisar ter a cabeça mais fresca, mais leve, para fazer essa prova que demandava mais de mim Mas eu prefiro não fazer a prova inteira de matemática de uma vez, eu sinto que se eu fizesse as 45 questões de uma vez só (o que eu também já tentei fazer e não deu certo), eu fico esgotado Minha cabeça não consegue mais fazer conta Chega lá na questão 30, 35, eu já não sei mais fazer 2×2, eu não consigo fazer conta de multiplicação porque eu travo, eu demoro muito mais

Então, pra equilibrar e não desgastar tanto a minha cabeça, o que eu fiz foi fazer 25 questões de matemática, parar, mudar pra ciências da natureza, fazer 25 questões de ciências da natureza, e aí voltar pra matemática de novo, terminar as outras 20 e terminar as outras 20 de ciências Porque assim, cada questão de matemática tem cálculo envolvido, não tem nenhuma questão ou poucas raras que não tem nenhum cálculo, que seja só raciocínio lógico, mas, para equilibrar, nas questões de ciências da natureza têm questões, por exemplo, de química, de biologia, que não tem cálculo, são só teoria Então ajuda a equilibrar e não gastar tanto sua cabeça com números Além disso, é importante que você saiba que ordem fazer as questões, porque eu não fazia as 25 questões na ordem que eram dispostas na prova Eu lia na ordem, mas eu pulava as mais difíceis

Então assim, se você não conhece o Enem, ele é avaliado pela Teoria de Resposta ao Item Essa Teoria de Resposta ao Item, a TRI, ela valoriza as questões fáceis em detrimento das difíceis Então se você acerta uma questão difícil mas erra uma questão fácil, ele vai achar que essa questão difícil foi chute, então ele vai anular essa questão que você acertou Então não vale a pena você gastar tanto tempo com as difíceis, se você não vai conseguir fazer as fáceis O importante é que você foque nas fáceis, e, se der tempo, terminar as difíceis

A tática que eu fazia nos meus simulados, e eu fiz no Enem, era de ler todas as questões, sim, na ordem, mas, a partir da leitura, perceber: "será que eu consigo fazer essa questão?", "será que é uma questão fácil?", e aí eu faço, ou, senão, "será que essa é uma questão difícil?", eu marcava com uma estrelinha, pulava, ia fazer outras questões da prova, para não perder tempo E, assim, a cada questão que eu fazia, que era uma questão que eu sabia fazer, que era uma questão que era fácil provavelmente, eu marcava com o checkzinho e, quando contabilizava 25, eu passava para a prova de ciências da natureza, para fazer esse equilíbrio E essa tática, de usar a TRI a seu favor, de fazer primeiro as fáceis e guardar as difíceis para depois, funcionou muito para mim, porque eu comecei a princípio a fazer só as fáceis, eliminando as fáceis, ou seja, resolvendo todas, e depois, quando eu voltei pra prova de matemática lá no final, quando eu voltava sobravam as difíceis, e aí eu gastava um pouco mais de tempo para tentar resolver difíceis (o que eu consegui resolver a maioria), e, as que eu não conseguia, eu tentava dar algum chute, eu tentava fazer alguma forma por tentativas de resolver E assim, eu resolvi 43 das 45 Essas duas que eu errei eram questões difíceis, eu vou colocar aqui essas duas que eu tinha errado, porque eu não lembro de cabeça quais eram, o número das questões, mas elas estão aqui

Uma delas, eu tinha feito, eu tentei fazer, mas era muito difícil, era uma questão muito longa de probabilidade, então eu tentei fazer mais errei em algum detalhe ali no meio, e a outra eu realmente não sabia, então eu chutei Era uma questão de logaritmos, se não me engano Eu não sabia fazer, então eu chutei As outras questões, eu realmente tinha focado nas fáceis, e depois quando eu voltei pra prova, eu fiz as mais difíceis, e realmente consegui fazer, porque eu estava mais tranquilo, eu tinha já eliminado as mais fáceis e não tinha como a TRI me prejudicar As que eu errei eu sabia que iam ser questões difíceis, e que não ia ter problema errar porque não ia tirar tantos pontos meus

E assim como vocês vêem, não tirou: tirou 12 pontos (menos que isso, 11,3 pontos) de mim Pensando mais especificamente em como eu resolvia cada questão, não só a prova no geral, eu tinha algumas técnicas para a resolução individual Quando eu analisava uma questão, eu primeiro lia o comando dela, ou seja, a última frase, a última linha dela, pra ver qual era o comando, o que perguntav,a o que se pedia, para depois ler o texto Assim você já faz uma leitura focada, e já selecionando o que você precisa para resolver a pergunta, porque você já sabe o que você vai ter que entregar depois A seguir, enquanto você está lendo o texto, à procura dessas informações e à procura do que você precisa para dar o que ele pediu, eu anotava bastante os dados que eram dados (os dados que eram dados?)

Eu não anotava bastante as informações que eram fornecidas pelo enunciado Então assim, eu via que tinha um número, uma informação importante ali no enunciado, eu anotava, separava, ou grifava né, para selecionar e poder depois analisar o que eu podia fazer com essas informações, manipular elas para chegar no resultado que ele queria Depois que você anotou essas informações, e você sabe o que o enunciado de forneceu, você sabe o que o enunciado está pedindo de você, o importante é que você pense uma forma de resolver o exercício, pense num passo a passo antes de começar a fazer conta Então, como eu posso manipular essas informações, brincar com esses dados, para chegar na informação que ele quer? Esse passo a passo pode não vir de cara, pode não vir na hora, mas você pode depois desenvolver um pouco mais o raciocínio, ficar pensando um pouco nisso, e aparecer Assim, é importante que você esteja com a cabeça aberta, pense em vários assuntos e vários conhecimentos matemáticos que você conhece, pra jogar com isso, porque a parte difícil já passou

A parte difícil da prova do Enem é a parte de interpretação de texto Quando você já conseguiu selecionar e filtrar as informações do enunciado, você já consegue resolver com o conteúdo básico de matemática Não tem mais nenhum filtro, nenhuma máscara, escondendo a parte conteudística da prova E, caso você não consiga pensar nesse passo a passo em si, você pode começar, sim, a brincar com os números, a jogar cálculos e testar, e caso nada dê certo, fazer por tentativas, sim Eu tive questões que eu tive que fazer por tentativa: testar cada alternativa, de uma forma que seja rápida, porque você não tem tanto tempo (é em média três minutos por questão, você tem que também agilizar um pouco), mas eu fui tentando às vezes, sim, por tentativas, testando cada alternativa, vendo como cada alternativa poderia se encaixar ou não no enunciado, porque, afinal, é uma prova teste, você tem essa possibilidade

A última coisa que realmente me fez muita diferença na prova do Enem 2018, comparado com a do Enem 2017, foi a minha confiança Eu tinha confiança no trabalho que eu tinha feito ao longo do ano, nos estudos de matemática que eu tinha feito ao longo do ano, porque, sim, eu tinha treinado muito matemática ao longo do ano Não só teoria, como eu falei, mas treinar os exercícios: eu tinha feito muitas provas do Enem de edições anteriores, eu tinha feito muitas questões do estilo Enem pra trabalhar com isso e entender o estilo de questão Eu sabia mais ou menos o que ia vir nessa prova Eu não estava com medo com essa prova, eu estava confiante, então o importante é que você realmente não tenha o medo, não tenha o preconceito com a prova, e você se sinta capaz de dominar, sim, aquela área da prova, sem ter essa insegurança que muitos têm, porque quanto mais confiante você fica, mais você pensa "Eu consigo resolver essa prova, eu consigo resolver cada uma das 45 questões", melhor você vai se sair

É meio previsível o que vai cair na prova de matemática, porque as questões são semelhantes, os conteúdos cobrados são semelhantes, e os raciocínios que você precisa ter são, também, semelhantes Então é basicamente poder tirar essa máscara de difícil da prova do Enem, e botar na sua cabeça, ter essa consciência, de que a prova pode ser fácil, sim, se você treinar, se você se adaptar com o estilo de questão, o estilo de prova, até o fim Eu tô aqui com meu caderno do Enem, a prova do Enem 2018, que eu mesmo fiz, foi o caderno rosa, pra falar de três questões especificamente que podem exemplificar um pouco do que eu falei neste vídeo A primeira delas é a questão 149 da prova rosa, que a questão dos círculos com o plano cartesiano, que ele pergunta qual é o caminho mais curto entre o ponto B e o ponto A, e assim, eu, especificamente, não sabia o que era mais curto: você fazer por linhas retas, você fazer por arcos da circunferência, você andar uma linha reta para baixo no B, depois um arco de conferência raio 3 dando a volta (que é um terço da circunferência), e depois mais três linhas retas ali até o A, ou você andar duas linhas retas no B, o arco de circunferência 2 eu não sabia qual seria mais curto, então o que eu fiz foi por tentativas Eu peguei as alternativas, cada uma exemplificava um caminho possível, e eu resolvi todas elas substituindo pi por 3,1 (que foi o que ele me deu), pra ver qual seria o mais curto, e realmente dava alternativa A Outra questão possível de explicar como o conteúdo da prova não é tão difícil, mas os textos às vezes complicam, é essa questão aqui do colesterol que caiu também no ano passado, que tinha um texto longo, explicando uma situação do cotidiano sobre um paciente que tinha colesterol tal, e ele deu tudo isso, deu uma tabela, e aí ainda continua falando sobre o paciente, perguntou qual era a classificação da taxa de LDL desse paciente Então assim, quando eu já li primeiro o comando da questão, já sabia que eu tinha que eu descobrir qual era a classificação, e a classificação é dada na tabela, então eu sabia que eu tinha que usar a tabela

E eu procurei os dados no enunciado, quando fui lendo, selecionando, então eu sabia que a taxa de colesterol era 280 (ele deu ali em cima, no primeiro parágrafo) e, depois, no terceiro parágrafo, depois da tabela, ele deu que a taxa de LDL primeiro reduziu 25% e depois reduziu mais 20%, então era uma conta simples, eu só precisava selecionar os dados, filtrar, tirar essa máscara de díficil da questão, e falar "Calma, eu só precisava reduzir 25% de 280 e depois reduzir mais 20%", ou seja, era uma conta simples de porcentagem, e depois verificar na tabela em qual categoria o resultado se encaixava, o que dava letra D, que era alta E, por último, a questão 177, que é essa dos carrinhos que caiu, também era uma questão que parecia ser um pouco mais difícil, porque tinha um texto longo, tinha gráfico, mas era uma questão bem fácil na verdade, porque se você lesse, não tinha muita coisa que você precisava usar a não ser uma informação, que ficava lá no terceiro parágrafo, que falava que a marca A expandiu de 2015 para 2016 as suas vendas em 360 unidades Então, quando você via no gráfico que entre 2015 e 2016 tinham três carrinhos a mais, você conseguia perceber que esses três carrinhas simbolizavam 360, ou seja, cada carrinho valia 120 unidades Então você conseguia saber quantos carros foram vendidos em cada ano, porque cada carrinho, cada simbolozinho valia 120 unidades É que nem as brincadeiras de Facebook que você vê, que você tem os simbolozinhos, as figurinhas, valendo números, e você precisa resolver o que vale cada figurinha

Então ele perguntava a média anual das vendas de carros, dava 320, alternativa D Isso não era difícil, era uma questão fácil, mas que você precisava só filtrar e tirar essa máscara de difícil, esse peso que fica na hora da prova, parecendo que a questão é super difícil Enfim, esse foi o vídeo de hoje, eu espero que vocês tenham gostado, espero que tenha ajudado essas dicas, que essas táticas podem ser aplicadas nos simulados de vocês, na prova do Enem de vocês, e que vocês consigam, sim, alcançar um resultado bom em matemática, porque vale muito na prova do Enem, vale muito mesmo para o seu resultado e para depois você aplicar no Sisu, entrar na faculdade que você tanto sonha Se você gostou deste vídeo, deixa o like aqui embaixo, se você gostou do canal se inscreve aqui, e vai lá no meu Instagram que essa semana mesmo eu fiz um Redação Pop, que é um quadro que eu faço de análise de séries e filmes para usar na redação, sobre Game of Thrones Se você assiste Game of Thrones então tá aí, como você pode usar uma Game of Thrones na sua redação, lá no Instagram: @lfelpi

Eu fiz esse post essa semana mesmo, com todas as temporadas analisadas para usar na redação, vai lá, clica lá, que você vai gostar com certeza se você é fã Beleza? Então muito obrigado gente, e até a próxima! Um beijo!

Matemática no Encceja: Gráficos

a questãozinha de gráfico, professor da até dor de barriga velho, até um desarranjo aqui quando eu vejo uma questão de gráfico, preste atenção nunca mais se vai ter isso aí, você vai falar assim, quando é gráfico maravilha vem em mim que eu vou acertar você, bora lá então, para obter uma melhora mais rápida quando da internação de um paciente alguns tipos de medicamentos são administrados por via venosa, ai professor o que é isso, via venosa vai na veia se vai lá a primeira coisa que chegou no hospital vão furar sua veia via venosa ok? Quando o paciente recebe alta do hospital vai pra casa o médico prescreve um remédio né com formula similar o que você estava tomando lá na veia para ser ingerido por via oral ah professor o que é via oral? Oralidade a fala via oral ok beleza, dando continuidade ao tratamento beleza considere que um paciente passou por uma situação enquanto estava internado tomou na veia a 300 miligramas de medicamento, tomou na veia ao avaliar a correspondência entre os medicamentos prescritos por vias distintas, o médico elaborou um gráfico tá retilíneo, professor não sei, não importa o médico fez um gráfico primeira coisa que você tem que olhar quando vê um gráfico é o seguinte é o índice desse gráfico tem que ler o que é isso aqui ó remédio via venosa quer dizer que essa coluna aqui era uma referência da via venosa que vai na meia e essa referência aqui em baixo ela é via oral tudo bem, primeira coisa vi um gráfico que está escrito aqui e o que está escrito aqui vamos lá pra alternativa para o enunciado tá, qual a dosagem em miligramas do medicamento prescrito pelo médico via oral correspondente a dosagem do medicamento que o paciente tomou enquanto estava internado? quando ele estava internado ele tomou o que 300 miligramas de que venal então ele tomou 300 miligramas aqui vai de zero a 1200, o 300 ta onde? 300 tá aqui ó meio aqui ó ele tomou a via venosa isso aqui é um gráfico tá que nós fizemos aqui uma linha ele vai dar onde ó pá pá pá pá pá ó ele vai dar bem é bem possível aqui, a e aqui nós temos que fazer o que descer pra ver esse parâmetro aqui da via oral tá olha as alternativas que maravilha a primeira coisa que você aprendeu a interpretar gráfico agora segunda coisa quando você ler alternativas assim filho você tem que agradecer ao seu criador porque olha a diferença de números que têm entre elas são números muito grande, 1200, 300 e 75 e 25 quer dizer que você vai conseguir eliminar já o número uma coisa é uma pergunta de matemática resposta é o seguinte, alternativa a 32,1 , alternativa b 32,2 , alternativa c 33,4 , se for diferença de um décimo é muito difícil porque você chega exatamente na conta ou você não vai saber a resposta aqui não ok nós queremos saber via oral ele vai tomar a casa dele sabemos a referência aqui então está entre 25 e 100 alternativa a 1200 olha nem tem 1200 aqui que o limite que vai aqui vai até 250 essa alternativa está fora 300 nem tem 300 aqui só vai até 250 também está fora tá 75 opa eu acho que 75 aqui tá nesse intervalo, 25 opa 25 não porque 25 está aqui ó já tinha riscado aqui mas tá aqui então não é moral da história é 75 a questão é existe muitas formas de você aprender, existem muitas técnicas que faz com que você aprenda resolver questões tá, e são essas dicas que eu tenho me concentrado cada vez mais e o certo né o mundo perfeito é que você saiba os conteúdos mas quando você não souber os conteúdos você consegue se dar bem você consegue achar alternativa certa usando essas técnicas e era isso que eu queria compartilhar com vocês

Museu da Língua Portuguesa no Festival de Rua Que Bom Retiro

O Bom Retiro é um bairro multicultural Ele é um bairro que, historicamente, foi recebendo camadas de imigrantes

O Museu sempre procurou fazer parte da vida desse bairro A gente traz esses jogos para que as pessoas parem e percebam como é que a língua se constrói todo dia Fazer as pessoas refletirem sobre a origem das palavras, das expressões, faz uma ponte com a história que se passou aqui, no Brasil e na cidade de São Paulo Você tem muito paulista Onde eu moro, todo mundo fala "ôxe"

– O pessoal fora, não sabe usar Fora de Salvador não sabe usar direito, que era o "lá ele"

– "Lá ele" É! – Hoje em dia, nem usam tanto mais – "Lá ele" Tem vários significados, "lá ele" "Desabestado", uma pessoa que não consegue fazer nada certo

– Já ouviu falar nessa língua? Quicongo é uma língua africana – Esse é um jogo chamado piquenique de palavras Acho que chamar a atenção do povo sobre a leitura Porque a leitura é uma maneira de você conhecer e saber discernir o certo do errado E você também conhecer outros lugares sem estar lá

É bem legal A gente tava assim, eles descobrindo as nossas expressões regionais – nós somos de Salvador -, e a gente também descobrindo algumas expressões regionais aqui de São Paulo Coisas que a gente vê ali, que eu não fazia a mínima ideia do que é, e aí a gente vê que a gente usa aquilo de outra forma Acho isso bem interessante, né? É, então, as transformações, as mudanças regionais que tem das palavras É uma língua falada em vários países da África, no Brasil, em Portugal, com alguns dialetos diferentes, e é a cultura do povo brasileiro, né? Tem, ali, uma série de informações, mas que elas despertam, em você, a reflexão, a lembrança de outras palavras, ou que você ouviu de seus pais ou de outras pessoas, de outros lugares do país

Então, é uma troca, assim estimula, né? O mesmo o princípio do Museu continua vivo aqui, né?

Português Brasil| HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA no BRASIL

Oi pessoal, tudo bem? Será que o português falado aqui no Brasil é o mesmo falado lá em Portugal? Você também já fez essa pergunta? pois é, hoje eu vou falar aqui, um resumo do que aconteceu na história para a gente entender um pouquinho isso OK? Vamos começar! Bem, primeiramente, chegaram quem? Os portugueses em 1500 como vocês sabem Quando eles chegaram aqui, quem que eles encontraram? Os índios

Não é? Então, o Brasil estava cheio de índios e precisavam se comunicar Começou a comunicação então E assim, começaram as primeiras influências do tupi- guarani dentro da língua portuguesa foi ficando isso até o século XVIII durante 300 anos a língua falada aqui no Brasil era o Tupi

Porque a Ela era chamada de Língua Geral até esse ponto E aí, a partir do século XVIII que começou a que foi oficializada o uso da língua portuguesa Só que antes também do século XVIII até esse período, 1300

000 africanos foram trazidos para o Brasil ou seja, também recebemos uma forte influência africana com diferentes palavras jeitos de falar Nós temos aquele "D" do " Bom dia" esse "D" chiado vem do africano o T com I também que em muitos lugares nós chiamos também é do africano principalmente aqui no sudeste e algumas regiões do nordeste aonde é chiado esse T e D, influência deles palavras africanas

Então, quer dizer, já teve uma mudança porque tínhamos então, três idiomas: Tupi, Português e Línguas africanas E também ainda Durante o século XV até o século XVIII muitos franceses tentaram vir para cá, porque mais especificamente aqui nessa região nós tivemos uma forte influência francesa aqui no estado do Maranhão Aqui também em Fortaleza, no Recife E isso influenciou o Rio de Janeiro também Muitas vezes os franceses vieram e tudo o mais E aí a gente observa o quê? O "R" aquele "R" francês está presente fortemente no Rio de Janeiro E em outras regiões do nordeste

Então, por exemplo, o meu nome eles, um carioca, não vai falar Marcia eles vão falar "Marcia" Não vai falar "porta" Vão falar "porta" Então, é diferente Influência francesa, influência francesa

Em 1800, o que é que acontece? A corte portuguesa decide vir para o Brasil Aonde que eles se instalaram? No Rio de Janeiro Então, nós observamos o quê? Aquele "S" chiado bem forte que seria como? Por exemplo: às vezes mais forte, às vezes um pouco mais fraco mas, é esse "S" chiado E aí, tem gente que fala "Ah, porque esse "S" é muito chiado É o "S" falado pelos portugueses Então, o Rio de Janeiro absorveu muito bem teve forte influência dessa pronúncia devido a corte ter se instalado lá Assim também como o uso do "TU" Não é? Eles usam o "TU" E aí ficou, Rio de Janeiro e foi se espalhando também aqui por todo o litoral do nordeste porque era por onde os portugueses chegavam e se instalavam Então foi isso, uma grande influência aqui e por isso que o sotaque carioca ele acaba sendo bem di

não é, ele fica bem diferente por exemplo, da gente aqui de São Paulo por exemplo e sul De São Paulo, Minas Gerais e Sul E aí, em 1822 o Brasil se torna independente e com isso começam a vir quem? Os europeus

Em 10 anos, vieram 1400000 e aí sim tivemos mais influência de outros idiomas aqui Olha só a mistura que nós tivemos Que coisa maravilhosa! Os italianos ficaram em sua maioria em São Paulo

Ficaram aqui para trabalhar 70% deles ficaram para cá e outros muitos migraram para o sul também para trabalhar para cá mas, a grande maioria ficou em São Paulo Qual é a grande influência do italiano na língua portuguesa? Não, não foi essa a influência dos italianos somente esta influência essa influência culinária e dessas palavras foi no mundo todo Não é verdade? Mas, a gente acredita que a maior influência dos italianos aqui é o quê? É justamente esse movimento com os braços com as mãos

que nós acabamos também falando muito com as mãos e acreditamos que é por causa disso, que eles trouxeram isso para a gente esse "jeitinho" de falar Bem, então concluindo é o mesmo idioma? Claro que sim! É o mesmo idioma! Se a gente pegar para ler, é a mesma coisa Tem algumas variações Que podem ser de vocabulário

Pode ser alguma construção, não é, pronominal que é um pouquinho diferente mas, são detalhes Eu costumo dizer que a diferença que a gente pode perceber no inglês britânico e no inglês americano É inglês! Mas, com suas peculiaridades

Aqui é a mesma coisa Só que, com uma pronúncia diferente com umas palavrinhas também diferentes mas, sempre o mesmo idioma

AMPLIFICA por Emicida – Preconceito linguístico no dia a dia

"Esse preconceito linguístico, ele é muito presente no nosso dia a dia" ♪ [Música] ♪ Um idioma… Ele também traz junto uma visão de mundo

As vezes a tradução até amaldiçoa, no sentido original, porque ela minimiza aquilo para caber dentro da perspectiva de alguém que não vive dentro daquele contexto, saca? Então, o peso de uma saudade, o que a palavra saudade significa para quem fala português, está à anos luz do que um "i miss you" Significa muito mais do que isso, mas isso precisa ser diminuído pra caber dentro da lógica dessas pessoas que vêem de fora ♪ [Música] ♪ O português do Brasil, na verdade eu nem gosto de chamar ele de português, porque eu acho que A gente fala brasileiro A gente não fala igual à Portugal, é um idioma parecido, mas é outro Recebemos imigrantes aqui De tantos lugares do mundo, diferente, que cada um trouxe um pouco de si, colaborou com isso aqui, é uma expectativa meio óbvia, que surja uma maneira nova de se falar no Brasil O português de Portugal tem uma santidade, é meio sacro a sílaba tônica Ela é no lugar correto E no Brasil, se eu quiser que tenha cinco sílabas tônicas na palavra, que se f***, eu que estou falando Se a gente falar: "Ma-ra-vi-lho-so", todas as sílabas são fortíssimas

♪ [Música] ♪ A língua foi se moldando às necessidades e às culturas que estavam presentes em cada uma das regiões do Brasil E quando você vai falar da periferia, a necessidade de se comunicar rápido, a norma culta às vezes é mais lenta, tem muitas pessoas que não tem um diploma, mas tem uma vivência e aquela vivência ali é tão ou mais importante do que várias coisas que a Academia trouxe para o mundo E que se você teve a oportunidade de adquirir um conhecimento… Você tem a obrigação de compartilhar ele E fazer isso de uma forma afetuosa, não arrogante Existem níveis de escolaridade, existem níveis de letramento, existem níveis econômicos mesmo, de acesso à escolaridade, sacou? E se eu desconsiderar isso em um país como o Brasil, eu vou estar sendo muito canalha, a sociedade no Brasil tem o hábito de ser muito canalha

Se uma pessoa fala "mesmo" ou fala "memo", a partir do ponto que a intenção é você entender, se você entendeu a ponto de entrar naquela história, a missão foi cumprida, se você pontua aquilo para marcar que aquela pessoa não obedece a norma culta da maneira tradicional, talvez tenha um problema em você, não em quem está falando ♪ [Música] ♪

Garanta uma excelente ORATÓRIA, acertando no Português. Português e como falar em público.

Olá pessoal, tudo bem? Estamos de volta Eu sou Francis Nunes aqui no canal KogBauen Transmite, e hoje venho trazer três dicas de Língua Portuguesa para melhorar nossa oratória

Vamos lá então? Se você não fez inscrição no nosso canal aproveite agora, faça sua inscrição, ative o sininho, e você vai receber as notificações dos próximos vídeos É muito comum a gente perceber pessoas com dificuldade na pronúncia de algumas palavras Por isso, separei três palavras que tenho observado com mais frequência na fala de alguns oradores, em reuniões, que a gente faz, em conversas, que eu gostaria de passar pra você agora pra que você não cometa para que você faça uma adaptação ou pra que a gente possa ajudar outras pessoas também nossos liderados Então vamos lá A primeira palavra "opito" Algumas pessoas acabam dizendo o "opito"

Por exemplo, nesse cenário eu "opto" pelo vídeo Então, não existe essa pronúncia; a gente não pode fazer; Ao contrário, a gente vai colocar o "opto" Então, nesse cenário eu opto pelo vídeo, beleza Então essa é uma dica que já dá pra corrigir e melhorar nossa oratória A segunda é "adapito" Então, é meio parecido: pode deixar nesse cenário mesmo que eu me "adapito"

Não existe também A palavra é adapto: pode deixar esse cenário que eu me adapto a isso A gente vê que o assento é aqui no adApto, no segundo A A terceira e última dica que eu trago é a diferença entre perda e perca Não é questão de pronúncia; é uma questão de escolha do fonema, mas que bastante gente apresenta também a dificuldade na hora de quando eu uso um e quando eu uso o outro E aí vamos lá então esclarecer essa dúvida

O perda é um substantivo e nós vamos usar uma frase parecida com essa: Talvez tenhamos uma PERDA de resultado Quando a gente está usando em forma de substantivo, ele é perDa com D E o outro ele é verbo Perca é verbo e aí a gente vai usar:pode ser que a gente PERA algum resultado Então, pra deixar um pouco mais claro isso, se der ainda alguma dúvida a gente pode recorrer ao uso do artigo

Antes de substantivo a gente coloca artigo Então aqui, por exemplo, nós temos um artigo antes do PERDA, que é substantivo Então, você sempre vai ver isso: se for construir uma palavra que vai caber um artigo antes, então não posso usar perca, porque perca é verbo e não tem artigo antes, é perda Pode ser que a gente perca resultado Ou, talvez a gente tenha uma perda, beleza? Espero que tenha gostado desse vídeo

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