BNCC na Prática de Língua Portuguesa: como ensinar gramática de forma contextualizada

A BNCC de fato retoma a proposta que já apontavam os parâmetros curriculares nacionais, ou seja, trabalhar a gramática de forma contextualizada E pensando em toda a trajetória

em todo avanço que houve com a metodologia de ensino da língua portuguesa, não dá mais para pensar num ensino de gramática que seja estanque, em que o aluno vai aprender regras de concordância sem depois utilizá-las na sua produção A Base Curricular traz um ponto muito importante que é a centralidade do texto Todos os conteúdos, objetivos, habilidades, procedimentos partem de um trabalho com o texto Por quê? Porque é no texto que a língua se concretiza E mais ainda são nos gêneros de texto que a língua se concretiza

Eu acho que a escola tem que trabalhar com uma variedade de gêneros Isso é muito importante Mas cabe ao professor escolher alguns desses gêneros, dessa variedade, para ele aprofundar, verticalizar o estudo, porque ele não vai dar conta de verticalizar todos os gêneros Então, e pensando na formação da cidadania, eu escolho, no 9º ano, alguns gêneros que busquem formar o aluno também como cidadão Dentre esses gêneros, um gênero por excelência é o artigo de opinião

Eu busco trazer para o aluno diferentes exemplares do mesmo gênero para que ele possa conhecer de que forma esse gênero se constitui linguisticamente tendo em vista os diferentes autores, quer dizer, não pegar um único autor, um único exemplar Mas, para tomar contato com esse texto, para compreender bem esse texto, o que nós fizemos antes? Pode falar, Marina A gente viu os conceitos que a gente ia precisaria saber para conseguir entender o texto e que a gente não sabia Isso, por exemplo, que conceitos? Étirania Quem era o Daniel Ortega Os gêneros são sempre trabalhados dentro das sequências didáticas Num primeiro momento, quando eles começam a entrar em contato com o gênero, eu procuro trabalhar com eles a importância social desse gênero em que espaço ele circula, quais são as condições de produção desse texto, quem são os leitores que buscam fazer o uso desses gêneros

Mais um exemplo, agora no terceiro, desculpe, no último parágrafo de retomada de ideias Fala, So

Algo assim? Algo assim Algo Outro pronome, que serve para retomar uma ideia que apareceu antes O trabalho com a leitura se dá em várias camadas Uma primeira camada é a compreensão do texto, aquilo que a gente faz a primeira vez que lê um texto

Depois a professora Jaqueline vai olhando para os efeitos de sentido e analisa quais regras gramaticais estão sendo utilizadas para provocar aquele efeito Com isso ela ajuda o aluno a ter consciência de como é que o autor usou a regra e a utilizá-la na produção dos seus próprios textos Qual o papel das adjetivas nesse momento? Ana Fazer uma contextualização? Ajudam na contextualização, ou seja, elasexplicam Explicam ou apresentam quem équem? ODaniel Ortega Ela têm esse papel de expandir informações a respeito do Daniel Ortega Concordam comigo? Muito bem Quando nós vamos discutir quais os recursos linguísticos dos quais o autor fez uso para construir a argumentação, qual é o objetivo? É fazer o aluno perceber que tudo aquilo que ele vem estudando na gramática ao longo dos anos, esse conhecimento linguístico deve ser usado no momento em que ele vai tomar contato com o texto Então ele perceber que desde a seleção lexical dos substantivos aos adjetivos, das escolhas que ele faz acerca dos tipos de construções de períodos que ele vai

que estão presentes ali, tudo isso tem uma importância muito grande, tudo isso é estratégico, não é uma escolha que o autor do texto fez por acaso, mas que existe uma intencionalidade que perpassa todo o texto Agora vocês já estão também planejando seu texto Vocês também vão produzir um artigo de opinião

Até agora a gente fez um percurso como leitores do gênero E agora? Nós vamos nos tornar produtores do gênero Nós vamos também criar outro criar não, fazer uso de um outro repertório que nós estamos construindo nas aulas de língua para poder produzir os nossos textos Quando eu vou trabalhar com eles a produção de texto, de certa forma eu retomo as mesmas etapas que eu fiz com relação à leitura No primeiro momento, é discutir com eles temas que estão vinculados à realidade, temas que possam ser discutidos que possam contribuir para essa formação da cidadania O tema que eu escolhi é a liberação da caça às baleias em Florianópolis Foi recusada a liberação em Florianópolis, mas causou grande polêmica E também eu pesquisei algumas propostas alguns objetivos que o Japão tem com essa liberação Enquanto ele faz a primeira versão, o aluno pode dialogar com seus pares, dialogar com o professor, ou seja, a produção de texto pressupõe também uma atividade colaborativa, diferentes olhares, não só o meu, mas também dos colegas Feita essa primeira etapa, o aluno entrega para mim a primeira produção e eu procuro fazer uma correção que não seja uma correção pura e simplesmente voltada a questões notacionais, mas eu procuro fazer uma correção que seja orientadora para que ele possa realmente melhorar o seu texto em tudo aquilo que seja necessário A professora Jaqueline desenvolveu uma sequência didática para o trabalho com artigo de opinião Numa sequência didática, a gente articula a oralidade, a produção de texto, a leitura e a análise linguística É preciso desenvolver sequências didáticas com muitos gêneros de texto para que a gente amplie o letramento desses alunos e os tornem habilidosos, capazes de escrever e ler muitos gêneros de texto

O professor não é só aquele que vai conduzir a aula que vai orquestrar todas as atividades O professor vai ser aquele que vai possibilitar com que essas potencialidades venham fora, para que o aluno perceba que tudo aquilo que ele constrói nas aulas se tornou o arcabouço do qual ele vai fazer uso para se colocar no mundo, para expressar sua opinião, para ter uma voz E isso vai ser o exercício que ele vai levar para a vida toda, que não vai se limitar a sala de aula

#partiuFebrace2019 – Português como língua de acolhimento para refugiados em Corumbá

Olá, meu nome é Marcelo, tenho 16 anos, sou aluno do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, Campus Corumbá, do curso técnico em Informática Meu projeto foi convidado para participar da Febrace 2019 e ele se intitula "Em Questão: português como língua de acolhimento para refugiados em contexto corumbaense"

Ele, basicamente, consiste em discutir e pesquisar o Português como uma língua que permita o exercício da verdadeira cidadania por parte dos refugiados em um local que para eles é estranho, e a ideia de desenvolvê-lo partiu do grande fluxo migratório que vem ocorrendo no município de Corumbá e da consequente dificuldade em acolher da forma ideal tanta gente Minhas expectativas para o evento são as melhores possíveis É a maior feira de ciências do país, a primeira vez que eu vou participar e lá eu espero poder compartilhar conhecimento, receber dicas para aprimorar meu projeto e, se possível, algum prêmio ou patrocínio

COMO APRENDI O PORTUGUÊS | Libras

A maioria de vocês me perguntou se foi eu quem criou as legendas nos vídeos se foi eu quem respondeu os seus comentários, etc Muitas dúvidas sobre esse assunto, né? Neste vídeo vou responder essas questões e contar um pouco sobre minha experiência com a língua portuguesa

Vamos lá Para quem não sabe nada sobre mim Eu nasci e cresci surdo Como na década de 90, não tinha muita informação sobre Libras muito menos Surdez a primeira língua que eu aprendi foi o português que minha mãe começou a me ensinar aos 3 anos aprendi oralizar com o uso de aparelhos auditivos mas eu não tinha noção dessa língua por isso acabei não me desenvolvendo como uma criança ouvinte eu não ouvia o som produzido pelas palavras então não conseguia reproduzir com exatidão Eu só decorava as palavras e falava que nem papagaio não sabia seus significados não conseguia me expressar com frases espontaneamente mas mesmo assim continuei decorando várias palavras Aos 7 anos, quando aprendi a Libras comecei a entender o português com a ajuda da Libras por exemplo, a professora de Libras apresentava a palavra em português "CHORAR" e em seguida sinalizava em Libras essa palavra e assim por diante, então só dessa forma eu consegui entender melhor a língua portuguesa Depois comecei a estudar conjugação do verbo (passado, presente, futuro, etc) as classes gramaticais do português e até aproximadamente uns 12 anos continuei sem entender a estrutura da língua não entendia como formar uma frase certa de acordo com a gramática Por isso, acabei escrevendo tudo confusão a maioria das pessoas nem conseguia entender o que eu queria dizer Por exemplo

O resultado disso foi que comecei a sofrer bullying por ser chamado de “burro” na escola Meus colegas não entendiam a minha condição E, como eu me tornei fluente em português? Bom, eu não sou fluente, mas conheço o suficiente para me comunicar e como eu consegui isso? Graças às tecnologias digitais! Na época passada eu usava muito o MSN acessava todos os dias depois que chegava da escola só usava para bater papo com meus amigos virtuais (ouvintes) e alguns (ouvintes) que moravam na mesma cidade que eu que não sabiam Libras

Continuei escrevendo tudo confusão ainda Ah, quero agradecer muito a eles pela paciência comigo ficamos horas conversando até madrugada, coisas de adolescentes Aos 16 anos

Num certo dia fiz uma pergunta para minha amiga: mais ou menos assim Daí ela respondeu indiretamente como se quisesse me corrigir Logo me atentei a entender conjugação de verbos percebi que eu estava errando o tempo todo Corri para minha mãe e mostrei frases que fiz para ver se eu escrevi certo ela orientou e me ensinou como escrever corretamente A partir disso, vivia aprendendo mais voltei a estudar as classes gramaticas etc Até hoje não sou fluente como já mencionei mas estou sempre estudando e aprendendo, um dia eu chego lá, né mesmo?! Agora respondendo as perguntas de vocês Gente, sou eu sim quem escreve os roteiros dos vídeos e as legendas feito isso envio para a assessoria [ouvinte] do canal para alguns ajustes Quanto aos comentários esses eu respondo totalmente sozinho, sou só eu e vocês

Quero lembrar que não sou professor de português, estou aqui pelo diálogo, okay? Os surdos não conseguem aprender os conteúdos padronizados na escola têm mais dificuldade do que ouvintes isso já foi mostrado na minha história de vida Então para ensinar e estimular os surdos a se desenvolverem o professor de português precisa observar os surdos no dia a dia saber seus costumes, interesses, assuntos, gostos pessoais, objetos reconhecer as diferenças linguísticas etc Todos os surdos se bem instruídos aprendem como qualquer um vale lembrar que não se trata de dificuldade intelectual e sim de oportunidade! Quem é [email protected] de surdos por favor, compartilhe a sua experiência de ensinar o português aqui com a gente sugestão ou dicas aqui nos comentários É muito importante essa troca de informações!!! Por hoje é isso, espero que vocês tenham gostado do vídeo E não se esqueçam de clicar no “GOSTEI” que me ajuda muito e compartilhem

E mais uma coisa estão participando do sorteio? Quero ver todo mundo lá, hein? E, agora nossa aulinha de Libras em um minuto Semana que vem vai ter uma novidade muito legal para quem quer aprender a Libras e alcançar a fluência fiquem de olho no meu Instagram Vamos lá aprender os sinais de hoje Muito obrigado pela atenção!!! Até o próximo vídeo!!!

Aula 1 – O que é Português Como Língua de Acolhimento? Questões iniciais.

Olá! Sejam bem-vindos ao meu canal Meu nome é Ana Paula de Araújo Lopez eu sou doutoranda em Linguística Aplicada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Eu estudo a área conhecida como Português como Língua de Acolhimento que é, (vou falar a grosso modo, tá?) ,o ensino de português para imigrantes deslocados forçados ou seja aqueles imigrantes que chegam ao Brasil por meio de processos deslocamento forçado ou de crise, como os refugiados, por exemplo Esse vídeo tem o objetivo de explicar um pouquinho mais sobre esse conceito, sobre essa área de pesquisa e de ensino e ajudar você que se interessa pelo tema a iniciar seus estudos na área, tá bom? Vamos lá, então? O Português como Língua de Acolhimento é uma ramificação da área de português como Língua estrangeira (PLE) ou Adicional (PLA) Basicamente, o que diferencia o português como língua de acolhimento de outros contextos de ensino dentro do escopo do PLE ou Adicional é mesmo o público alvo e os objetivos do do ensino e da pesquisa nesse contexto Aí você deve estar se perguntando: – "Mas, Ana, então quer dizer que todos os estrangeiros que eu dou aula, cada grupo sendo diferente, tendo objetivos diferentes, então eu vou ter que criar um nome pra todos esses contextos?" Bom, não é bem assim! Na verdade, a gente tem um nome específico, Português como Língua de Acolhimento – que aqui nós vamos chamar de "PLAc" só pra facilitar – justamente porque nós estamos tratando de um grupo minoritarizado no país e, somente para fazer um parêntese, eu vou explicar um pouquinho o que é minoritarizado para que vocês entendam que estou querendo dizer "Minoritarizado" é um termo que eu escolhi utilizar no lugar de "minoria"

Também não é usado num sentido demográfico, ou seja, para se referir a um grupo composto por poucas pessoas em comparação a um grupo maior de pessoas Usar "minoritarizado" no lugar de "minoria" é uma escolha para enfatizar que isso é uma consequência de processos sociais, históricos, econômicos, políticos que levaram esse grupo a estar nessa condição, isso é, ocuparem uma posição em que estão destituídos de certos direitos e/ou estão em relação de desvantagem perante outros grupos de imigrantes

Apesar de ser algo muito complexo, porque é um fenômeno social com todas as suas complexidades, eu vou tentar me arriscar aqui efalar um pouquinho porque o grupo composto pelos imigrantes deslocados forçados estão em certa desvantagem social em comparação com outros grupos de imigrantes no país Isso acontece principalmente por dois motivos: Primeiro: pelos processos de migração dessas pessoas E segundo: pela vulnerabilidade, advinda tanto desses processos, quanto de outras questões Primeiramente, no que diz respeito ao processo de migração: os deslocados forçados, como os refugiados e imigrantes ecológicos, eles são, geralmente, motivados a migrarem por outros motivos motivos "mais fortes" – se a gente pode chamar assim – do que turistas, por exemplo Então,eles chegam ao país de destino muitas vezes sem um projeto prévio de migração, sem muita elaboração desse projeto

Não entenda mal: claro que eles têm um pequeno projeto – se a gente for pensar, por exemplo, nas pessoas que ainda estão deslocadas forçadamente dentro de seus países em diversos países do mundo – mas, muitas veze,s isso é diferente é decorrido (decorrente*) de alguma coerção um pouco mais forte que leva essas pessoas a terem que se migrar – e não simplesmente o fato de querer fazer uma viagem ou de aprender um novo idioma ou simplesmente ir trabalhar num outro lugar porque recebeu uma oportunidade de emprego, por exemplo E a vulnerabilidade social dessas pessoas advém justamente do fato de que muitas delas podem ser que enfrentam problemas econômicos, problemas, às vezes, psicológicos advindos desses mesmos processos de migração forçada então eles têm uma certa vulnerabilidade – que também não é igual pra todos, é importante a gente falar isso né – é porque a gente tem que considerar também quando estamos falando de vulnerabilidade, diversos fatores que influenciam, por exemplo, o gênero da pessoa, a religião, a etnia, né, a aparência física (você já deve entender o que estou querendo dizer) mas, no geral, os imigrantes deslocados forçados podem ser considerados mais vulneráveis e, portanto, um grupo minoritarizado justamente porque eles têm um pouco menos de direitos, né, eles têm que reafirmar a sua identidade o tempo todo justamente porque também é uma identidade muito controlada por legislações internacionais, né? Então eu estou querendo dizer é que esse grupo ele é minoritarizado devido a essas questões Então, se a gente tem um grupo que tem demandas um pouco mais, vamos dizer assim, "sérias", talvez por não terem/não serem vistos da mesma forma pelas outras pessoas muitas vezes serem mal interpretados – a gente acompanha na mídia pela fala dos imigrantes como eles, às vezes, são indesejáveis no país não tanto quanto outros imigrantes que aqui vem, né, principalmente de países mais ricos e mais desenvolvidos Então, nesse contexto todo, a gente marcar área de Português como Língua de Acolhimento é uma estratégia dos pesquisadores da área e dos profissionais também para marcar esse contexto, para visibilizar essas pessoas, a situação dessas pessoas, e também como um ato político de marcar o contexto de ensino para uma minoria (composta) de imigrantes no país Então, gente, pra terminar – porque eu falei demais nessa nossa primeira aula – eu queria deixar aqui somente alguns lembretes, alguns pontos importantes para vocês pensarem nas pesquisas futuras e também se forem desenvolver aulas, cursos ou forem trabalhar com imigrantes

Então é importante, em um primeiro momento, a gente sempre reconhecer que esse grupo é heterogêneo; eles têm processos de deslocamento que são forçados ou de crise mas nem por isso todos têm a mesma demanda, obviamente, nem todos têm as mesmas necessidades e nem todos têm os mesmos objetivos, né? Então a gente tem que pensar também, e parar de reproduzir esse discurso de que o português é uma obrigatoriedade para eles e que isso é que vai causar que o imigrante ascenda socialmente no país, porque a gente não pode prometer isso além do mais, pode ser que o lugar onde esse imigrante vá viver no país outras línguas sejam mais importantes que ele aprenda, né, como quem vai viver em área de fronteira ou em comunidades que falam outros idiomas no Brasil, né considerando que a língua portuguesa é a língua oficial, a língua majoritária no nosso país, mas não é única, né? Em último lugar, como é um grupo minortarizado, o ensino para essas pessoas, ele tem que seguir, a nosso ver, três pilares importantes – aqui nós estamos nos baseando em uma pesquisadora que é a Terezinha Maher Eu vou deixar o link aqui embaixo do texto dela Os três pilares são: a politização desses imigrantes, né como é um grupo minoritatizado eles têm que saber dos seus direitos e de seus deveres e tudo isso, gente, na sala de aula de português mesmo e, em segundo lugar, a educação do entorno, ou seja das pessoas que estão ao redor desse imigrante porque não adianta de nada o imigrante reconhecer seus direitos mas a população ao redor dele não ajudar, a validar esses direitos, não reconhecer como legítimos, né e aí, claro, que a capacidade de atuar ou de acesso a esses direitos fica cerceada se o entorno desse imigrante – as pessoas que estão ao redor – não têm conhecimento desses direitos também e não legitima esses direitos Tá, bom? Então como que a gente faz isso no nosso curso de português? Pode ser com algumas atividades – atividades simples, como eu fiz quando eu trabalhava com esse tipo de imigrante em Belo Horizonte (MG) Nós fazíamos

nós fizemos uma vez um projeto que deu muito certo que foi o "amigo de carta" – que eu, numa aula ensinando localização para os nossos alunos (endereços e coisas assim) a gente fez um projeto de "amigo de carta" Eu escolhi alguns amigos meus na universidade que eu estudava e eles eram amigos de carta dos imigrantes Aí um contava a vida dele para o outro

Isso é um projeto super simples que dá para você fazer na sua sala de aula E aí esses outros amigos meus tiveram contato com esses imigrantes inclusive tiveram oportunidade de perguntar coisas que eles tinham dúvida sobre os processos de imigração/sobre quem são essas pessoas Outro projeto interessante, pode ser uma uma peça de teatro e ou ainda projetos como o "Abraço Cultural" que acontece em São Paulo (SP) (que eu também vou deixar o link aqui embaixo) e, claro, é importante falar que esses projetos podem ser projetos assim como feiras e questões "mais superficiais", vamos dizer assim mas também é sempre bom que haja espaço para debates, espaço para que essa população entre em contato com essas pessoas [imigrantes] e, sim, se acrescentarem mutuamente para desenvolverem um conhecimento de si próprios e desse outro, né, que está aí É um processo de educação desse entorno mesmo, tá? E o último ponto, de acordo com a pesquisadora, a Maher (2007), seria avanços na legislação – que sempre têm que haver já que é um grupo minoritarizado Mas, você deve estar pensando, "mas eu não consigo fazer isso na minha sala de aula, eu não consigo criar leis!" Realmente, a gente não consegue, mas, eu tenho certeza que politizando nossos alunos, educando a sociedade que está ao redor dele para conviver com essa diferença, respeitando e legitimando os direitos desses imigrantes isso, sim, vai levar com que o próprio imigrante e as pessoas ao redor "empurrem" o Estado para promover leis benéficas, mais adequadas e benéficas para essas pessoas, tá bom? Bom, pessoal, nós vamos ficar por aqui hoje espero que vocês tenham gostado do vídeo – foi um vídeo bastante introdutório mas espero que deixe aí para vocês vocês pensaram, para vocês procurarem saber mais Estou aberta a comentários, a perguntas, qualquer coisa deixe seu comentário aqui curta o nosso vídeo e até a próxima!

Como o INTÉRPRETE EDUCACIONAL Pode Ser a Ponte que conecta LIBRAS e LÍNGUA PORTUGUESA

Qual a relação entre, o Intérprete educacional ficar de pé na hora da tradução e da interpretação e a língua portuguesa? Olá! Parece estranho (não é?) haver alguma relação entre:estar de pé, durante o processo de tradução e interpretação para o educando surdo e a língua portuguesa (!!!) Mas eu vou te mostrar o raciocínio da coisa, para você entender: Eu sou uma defensora de que, o intérprete educacional deve se colocar de pé e de frente para o aluno surdo, quando ele vai traduzir e interpretar as aulas Também sou defensora de que, esse posicionamento deva ser paralelo ao professor

Hoje, a gente vai focar nessa relação entre interpretar de pé, de frente ao educando surdo e a língua portuguesa Se você está de pé, paralelo ao professor, ou à professora, o aluno está podendo ver a tradução e interpretação que você faz e está podendo ver o professor Ok, tudo bem! O aluno surdo, não é visual? Sim ele é visual Se ele é visual, ele precisa do concreto, para entender correto? Por que? ELE NÃO ESCUTA! Então, ele precisa VER! E, no quê ele vê, as coisas estão concretas ali, se apresentando para ele

Ok? O Intérprete vai traduzindo de uma língua para outra, enquanto o professor está dando a aula, mas ele também está INTERPRETANDO aquela aula Durante o processo de interpretação, dentro da sala de aula o intérprete é: um adjetivo; uma célula; é uma personagem de uma história; ele é vários personagens de uma história; ele é uma lâmpada; ele é uma montanha; ele é um cavalo; ele é uma barraca de acampamento; ele é um tapete; ele é uma caixa de lápis de cor – durante a interpretação! Porque nós, o nosso trabalho, consiste num processo neurológico, de traduzir de uma língua para outra, mas também num processo de expressão facial e corporal, certo? Quando a gente junta, a tradução e a Interpretação dentro da sala de aula, o aluno está olhando para você, enquanto o intérprete, e está assistindo de verdade aquela aula, porque ele olha para o professor muitas vezes, para complementar, aquilo que ele está vendo aqui, você está traduzindo, mas você também está interpretandoEntão, ele está envolvido ali com aquilo! Não importa qual é a disciplina; importa o envolvimento dele, porque ali está uma somatória, tanto de tradução do que está sendo dito, como de interpretação, ok? Aí terminada essa explicação; terminada a tradução e a Interpretação, normalmente, os professores dão alguma atividade, dão algum exercício, para que eles façam E normalmente, essas atividades são escritas Normalmente, não é? E aí?!? O aluno tem dificuldade com a língua portuguesa, entretanto, se você traduziu, se você interpretou nota “1000”, ele entendeu, ele está por dentro do conteúdo

Aí vem lá as perguntas Você vai ter que, de novo, traduzir para ele as perguntas, porque ele tem extrema dificuldade com a língua portuguesa – a maioria deles, tá a gente? Não tô falando das exceções que dominam legal, tô falando da maioria – que tem extrema dificuldade E aí conforme você vai traduzindo as atividades que têm que ser feitas, ele vai associando: -Hummm…’ o rei, o nome daquele rei lá que, a professora falou na explicação’: ah esse ‘cara’ aqui – ah ele é um homem; é uma mulher; ah, o nome dele é tal! GUARDOU! PRONTO! Por mínimo que seja, o conteúdo em língua portuguesa, que ele consegue GUARDAR é mais do que nada! Por que? Porque, sem querer, sem planejar fazer isso, ele consegue associar a explicação que o professor está dando, a tradução e interpretação que, o Intérprete está fazendo, enquanto o professor está explicando e o conteúdo escrito em língua portuguesa: um texto no livro que ele vai ler, ou as atividades que ele vai responder, está lá, está tudo vinculado e aí, ele vai dominando as palavras – algumas palavras!!! Entendeu o porquê que, eu sempre falo de ficar de pé? Porque se, você se coloca ao lado, sentado ao lado do educando surdo, para traduzir e interpretar vamos supor que você está aqui e o professor está aqui; você está ao lado do aluno surdo, você não está paralelo ao professor Então, ele vai olhar para você e vai perder o professor Você acha, que ele vai perder o professor? não vai! Ele vai deixar você falando, para ele olhar para o professor! (como eu já mencionei isso em outros vídeos,, aqui no canal) Então, você no paralelo, ele já está vendo os dois: intérprete e professor -juntos Aí vem a atividade escrita; Você traduz para ele, porque ele tem dificuldade com a língua portuguesa; aí na atividade fala o nome da célula que, o professor explicou; Ele olha aquilo… -A célula! Humm a célula, hamm o nome da célula é tal! Ou do rei , ou seja lá da disciplina que for! Entendeu?!!! Então… É importante, você refletir sobre essa minha sugestão que dou: “Traduzir e interpretar em pé e de frente ” principalmente dentro da escola, porque é lá onde o aluno surdo passa uma boa parte do tempo de vida dele e é ali, o grande celeiro de oportunidade, para ele poder fazer essa associação entre o concreto, o visual e a palavra escrita – a modalidade escrita a qual, ele tem tanta dificuldade! Você faz a sua parte, dentro de sala de aula; aí esse educando vai para a sala de recursos – as professoras da sala de recursos também dão lá o reforço; aí, ele vai para casa e faz parte de uma família consciente, da necessidade de dominarem a libras, para poderem ter uma comunicação mais efetiva e mais producente, com o familiar surdo e então, ele vai ‘lincando’ tudo! E as chances desse aluno surdo aumentam exponencialmente, tá? Tá! Tudo bem! Eu estou sendo otimista! Ué, mas a gente pode acreditar numa coisa assim, porque, de verdade, ele vai à escola todo dia – você está lá atendendo ele, todos os dias; De verdade, ele vai à Sala de Recursos não sei quantas vezes por semana – isso também é, outra realidade

A questão da família: algumas já têm essa consciência, outras ainda não, mas a gente vai fazendo um trabalho de formiguinha, até que um dia, essa consciência expanda e fique bem! Mas se não tem ainda, com a família, pelo menos dentro de sala de aula, você está fazendo o seu possível, para contribuir, para colaborar com esse educando surdo, para que ele tenha autonomia, não é? Porque ele não vai estar com você, 24 horas do dia e o mundo é feito de escrita, a comunicação – grande parte é escrita e quem perde é ele, quanto menos ele sabe, da língua portuguesa Ok?! Então é isso! Espero que o vídeo de hoje ajude você a refletir muuuuuuuito, durante os próximos dias a respeito da sua colocação em sala de aula, enquanto intérprete educacional, Tá bom?! Muito obrigada, por você ter ficado comigo até aqui e a gente se encontra no próximo vídeo! Até lá!

Mia Couto – Como classificar a arte?

Eu não vejo que haja uma distinção que possa ser feita entre o grupo da língua espanhola e esse universo da língua portuguesa Porque, se tu olhares, a diferença que há entre

Sei lá, imagina Entre Érico Veríssimo, entre Graciliano Ramos, entre Guimarães Rosa, Jorge Amado São diferenças tão profundas entre eles que cada um constrói o seu próprio universo, há ali uma proposta de abordagem completamente diversa, não é? Portanto, é como se cada autor construísse o seu próprio universo, a sua própria proposta Da mesma maneira que não se pode comparar Cortázar com Jorge Luis Borges, não? São incomparáveis, cada um tem a sua própria escola, portanto, empacotar isso no mesmo grupo acho que é um pouco forçado Nenhuma obra de arte pode ser classificada completamente dessa maneira, ou de alguma maneira Qualquer “ismo” que se constrói em relação à arte fica sempre aquém daquilo que é um Que o autor, quando faz, ele raramente está prisioneiro desse pensamento tão esquemático assim E, às vezes, quem Quem constrói um modelo, não são os próprios artistas, não são os próprios produtores da arte São os outros que estudam a arte E que criaram, por exemplo, esses nomes como “realismo mágico”, não é? Que é uma coisa estranhíssima, porque nenhum Eu acho que isso foi criado fora da América Latina Aquilo que faz García Márquez, por exemplo, que é, vamos dizer Há ali um surrealismo, mas é um surrealismo que nasce do seu próprio país, da sua realidade que é ela própria surreal, que é efervescente, que tem contrastes profundos

E o único modo de tratar isso é fazer esse tipo de literatura que ele fez, era isso, né, era uma coisa que não tinha, aparentemente, não tinha uma história por trás Mas tinha, porque, se tu fores ver, cada um deles se declara sua própria história Por exemplo, eles acabam por ir beber em Juan Rulfo, que é, digamos, uma espécie de primeira pedra nessa ruptura contra um certo respeito do realismo, escolas que vêm da Europa

Garanta uma excelente ORATÓRIA, acertando no Português. Português e como falar em público.

Olá pessoal, tudo bem? Estamos de volta Eu sou Francis Nunes aqui no canal KogBauen Transmite, e hoje venho trazer três dicas de Língua Portuguesa para melhorar nossa oratória

Vamos lá então? Se você não fez inscrição no nosso canal aproveite agora, faça sua inscrição, ative o sininho, e você vai receber as notificações dos próximos vídeos É muito comum a gente perceber pessoas com dificuldade na pronúncia de algumas palavras Por isso, separei três palavras que tenho observado com mais frequência na fala de alguns oradores, em reuniões, que a gente faz, em conversas, que eu gostaria de passar pra você agora pra que você não cometa para que você faça uma adaptação ou pra que a gente possa ajudar outras pessoas também nossos liderados Então vamos lá A primeira palavra "opito" Algumas pessoas acabam dizendo o "opito"

Por exemplo, nesse cenário eu "opto" pelo vídeo Então, não existe essa pronúncia; a gente não pode fazer; Ao contrário, a gente vai colocar o "opto" Então, nesse cenário eu opto pelo vídeo, beleza Então essa é uma dica que já dá pra corrigir e melhorar nossa oratória A segunda é "adapito" Então, é meio parecido: pode deixar nesse cenário mesmo que eu me "adapito"

Não existe também A palavra é adapto: pode deixar esse cenário que eu me adapto a isso A gente vê que o assento é aqui no adApto, no segundo A A terceira e última dica que eu trago é a diferença entre perda e perca Não é questão de pronúncia; é uma questão de escolha do fonema, mas que bastante gente apresenta também a dificuldade na hora de quando eu uso um e quando eu uso o outro E aí vamos lá então esclarecer essa dúvida

O perda é um substantivo e nós vamos usar uma frase parecida com essa: Talvez tenhamos uma PERDA de resultado Quando a gente está usando em forma de substantivo, ele é perDa com D E o outro ele é verbo Perca é verbo e aí a gente vai usar:pode ser que a gente PERA algum resultado Então, pra deixar um pouco mais claro isso, se der ainda alguma dúvida a gente pode recorrer ao uso do artigo

Antes de substantivo a gente coloca artigo Então aqui, por exemplo, nós temos um artigo antes do PERDA, que é substantivo Então, você sempre vai ver isso: se for construir uma palavra que vai caber um artigo antes, então não posso usar perca, porque perca é verbo e não tem artigo antes, é perda Pode ser que a gente perca resultado Ou, talvez a gente tenha uma perda, beleza? Espero que tenha gostado desse vídeo

Se gostou dê um joinha pra gente Apoie esse vídeo aqui A gente vai ficar muito feliz feliz com seu apoio Compartilhe esse vídeo também com algum amigo, com algum conhecido Vamos ajudar outras pessoas também a resolver os problemas de português e de oratória

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Cómo las matemáticas predicen el futuro. Marcus Du Sautoy, matemático y divulgador científico

A primeira indicação do uso da matemática pelos seres humanos era contar Ossos riscados foram encontrados e acredita-se que eles usaram como um calendário

Talvez eles contassem os ciclos do Sol ou da Lua Talvez eles tenham percebido que a Lua repete padrões Na verdade, é o que eu faço Eu procuro padrões neste mundo caótico e confuso em que vivemos Se você puder identificar um padrão nos dados anteriores, Você pode estender esse padrão para prever o que pode acontecer no futuro

Então matemática parece-me uma das melhores ferramentas que o humano desenvolveu para entender de onde viemos, mas também mais importante, se possível, para onde estamos indo Quando eu era pequeno eu não gostava de matemática Mas eu tive sorte e com 12 ou 13 anos de idade, na escola, Eu tive uma professora de Matemática que me recomendou alguns livros que ele pensou que eu iria abrir o mundo da matemática E um deles tinha um título muito curioso: A linguagem da matemática Eu nunca tinha pensado em matemática como uma língua, mas como eu estava lendo, comecei a entender: "Uau, é uma linguagem fascinante, é a linguagem da natureza, aquele que usa a ciência para entender como o mundo funciona

E até mesmo mudá-lo, manipulá-lo e criar o mundo extraordinário que nos rodeia " Eu falei muito com artistas e muitas vezes percebo que eles têm interesses muito semelhantes aos meus De fato, você pode ter ouvido falar sobre a sucessão de Fibonacci, que é: um, um, dois, tres, cinco, oito, treze O próximo número é a soma dos dois anteriores, então 8 mais 13 dá 21 Mas eles não devem ser chamados de números Fibonacci porque esses números foram descobertos por músicos indianos eles queriam saber quantos ritmos poderiam ser criados com golpes longos e curtos Suponha que tenhamos um ritmo de quatro batidas com golpes longos e curtos Quantos ritmos diferentes posso compor? Eu posso fazer quatro cursos curtos: um, dois, três, quatro Ou eu posso fazer dois comprimentos: longo, longo

Ou eu posso misturá-los assim: curto, curto, longo Ou curto, longo, curto Ou longo, curto, curto Estes são todos os diferentes ritmos que podem ser criados: cinco E cinco é um dos números de Fibonacci

Então, esses músicos perceberam que, se quisessem saber o número de ritmos que podem ser feitos com 16 golpes, eles obteriam o décimo sexto número de Fibonacci Existe, portanto, uma estreita relação entre ritmo e números Mas essa ideia vai muito além Pitágoras já entendeu porque encontramos algumas notas tão harmonioso quando combinados uns com os outros E descobriu que é devido à matemática

Existe uma proporção de inteiros entre as freqüências que é o que chama a atenção Então, quando dizemos: "Uma oitava ou um quinto justo", notas com as quais a música é construída, na verdade nós dizemos: "Eu amo matemática" Na escola, ensinamos às crianças as equações do segundo grau Seria ótimo dizer-lhe também que estão prevendo onde uma bola cairá, atirando uma falta Outro exemplo: o jeito que meu time joga, o Arsenal, É muito semelhante ao espanhol, com muito tiquitaca, muitos passes

Se analisarmos, veremos que criamos uma rede semelhante à da Internet Então, para entender como uma equipe joga, podemos usar algumas ferramentas que os matemáticos desenvolveram para entender a Internet Por exemplo, como o Google funciona? O Google analisa a importância de cada página da web Se muitos sites vinculam a essa página, isso significará que é importante Portanto, o Google trabalha medindo o número de links

Bem, ocorreu a alguém que o futebol funciona de forma semelhante Com bola passa entre os jogadores Se usarmos as ferramentas do Google para analisar uma equipe, talvez pudéssemos ver qual é o jogador mais importante, aquele que recebe mais bola E se fizermos isso como um time rival, podemos neutralizar esses jogadores Um dos problemas da Inglaterra é que sempre temos jogadores importantes Se eles tiram de nós, não podemos jogar

Em contraste, a Espanha joga de forma muito diferente Se fizéssemos um ranking do Google, Veríamos que nenhum jogador é mais importante que o resto E isso torna muito complicado jogar contra a Espanha porque todos os jogadores têm o mesmo valor A matemática escolar se concentra muito na gramática, no vocabulário, a parte técnica da matemática, e essas histórias maiores não contam Parece quase trágico que na escola os alunos fazem uma aula de História, na próxima hora, vá para Music, então eles tocam Química, depois Matemática, e não percebem que tudo está relacionado

Portanto, para mim, em um sistema educacional ideal não haveria classes de assunto específicas Isso acabaria com todas as separações e as pessoas pensariam que adquiriram uma educação, em vez de dizer que estudou Matemática, Física, Química e Francês Eu gostaria que eles se sentissem que adquiriram um conhecimento integral

COMO APRENDER MATEMÁTICA MUITO MAIS RÁPIDO

Oi tudo bem meu nome é Leonardo Nóbrega eu tirei 957 na última prova de matemática que eu fiz do Enem e agora eu vou te passar sete dicas valiosíssimas para você aprender matemática muito mais rápido A primeira dica é: cometa erros Um neurocientista Jason Moser, provou que o nosso cérebro cresce quando a gente comete erros mas ele não cresce em tamanho ele cresce número de conexões ou sinapses

Ou ele torna uma sinapse mais resistente ou ele cria novas conexões Então sempre que a gente erra a gente aprende e eu não quero cresce ficar mais inteligente e ele percebeu também que quando a gente acerta o nosso cérebro não se altera então o principal do nosso aprendizado e cometer erros Então responda muitos exercícios e comenta muitos erros só que depois você possa tirar dúvidas e aprender com esses erros Tem uma galera que eu conheço aí que estuda matemática às vezes fala assim ó: Mas por que? uma questão por 3 segundos e eu não consegui Ah, eu sou horrível em matemática Mas por que? Porque eu tentei resolver uma questão por 10 segundos e não consegui mas o que foi que tu fez para tentar resolver primeiro eu li a questão inteira, aí depois eu fiquei olhando para ela olhando olhando olhando e a resposta não apareceu a resposta não caiu do céu Aí é sacanagem né A principal forma de aprender é errando, então tente fazer questão, erre, isso é importantíssimo Michael Jordan, o maior jogador de basquete de todos os tempos Errou Mais de 9000 arremessos, perdeu mais de 300 jogos E em 26 desses jogos ele teve a chance de acertar a última bola do jogo e vencer, mas perdeu! Sabe o que ele disse? Eu falhei muitas vezes e foi por isso que eu alcancei o sucesso Então da próxima vez que você estiver estudando matemática não fique triste porque você tá dando uma questão é nesse momento que seu cérebro aprendeu eu novas conexões e agora o conhecimento tá muito mais sedimentado beleza para você vir sincero aqui com vocês eu nunca gostei muito de estudar não nunca gostei e foi por isso que eu pesquisei formas de deixar esse estudo muito mais fácil de aprender mais em menos tempo e foi assim que descobrir essas dicas que vão passar aqui para vocês agora então presta muita atenção porque isso aqui pode acelerar seu aprendizado e até sei lá cinco vezes dependendo de como você aplica todas essas dicas aqui segunda dica entenda o porquê!! muita gente na hora que está aprendendo matemática decora Por exemplo muita gente sabe que se eu tenho uma equação x + 1 = 5 eu tenho que passar esse 1 para o outro lado então se 1 tá positivo, passa para outro lado negativo x = 5 – 1 ou seja x = 4 agora o problema é quando a gente decora isso e não entendi o porquê e porque que acontece esse negócio de passar para o outro lado negativo? É porque a gente tá subtraindo 1 dos dois lados a gente tem que imaginar como igualdade uma balança Então o que eu faço de um lado eu tenho que fazer do outro Se subtrair 1 de um lado, faça o mesmo do outro lado Aí sim vai cortar 1 e depois vai dar o resultado que a gente espera Só que agora eu entendi o porque eu não fiquei apenas decorando é assim que a gente tem que aprender matemática sempre que tem algum assunto novo se pergunte o porquê que aquilo é assim e não apenas decore terceira dica divida o seu estudo em partes menores a maioria das pessoas não consegue ficar horas e horas concentrado e muito menos estudando então na hora que a gente for estudar vamos dividir esse estudo em partes menores como 25 minutos você estuda em 5 minutos você faz uma pausa isso pode ser 30 minutos 40 minutos dependendo da pessoa só que nesses 25 minutos você vai ficar focado, não vai fazer outra coisa não vai ficar mexendo no celular não vai ficar conversando com seu amiguinho NÃO! você vai só estudar por esses 25 minutos e nos outros 5 minutos você sai para tomar uma água dar uma volta escuta uma música faz alguma coisa para relaxar e depois volta para estudar por mais 25 minutos assim você vai conseguir estudar menos e vai aprender muito mais quarta dica: divida o exercício em partes menores Eu gosto muito dessa frase de matemática chamado George polya fala o seguinte se você não consegue resolver um problema então existe um problema mais fácil que você pode resolver encontre o adesivo a gente fica perdido na hora que vai resolver um exercício porque tem muita coisa nele Às vezes tem razão proporção porcentagem a gente fica doido como é que a gente resolve se vamos dividir em partes menores então se o problema tem razão proporção e porcentagem vamos primeiro então aprender o que que a razão aprender o que que é porcentagem como é que funciona aprender o que que é proporção então a gente não faz aquele problema que é muito difícil agora e tenta encontrar um problema mais fácil resolve ele aprende e depois aumentando o nível aos poucos vocês vão ver que é muito mais fácil aprender assim quinta dica: transforme seu estudo em um hábito

Existem várias formas de fazer isso mas uma que eu gosto muito é criar recompensas então se comprometa: eu vou estudar hoje por 2 horas, mas no final do dia vou dá a mim mesmo alguma recompensa por exemplo o chocolate ou assistir uma série que eu gosto ouvir uma música de um cochilo que eu gosto muito de tirar um cochilo =D então você escolhe essa recompensa vai te ajudar a ter motivação para começar a estudar então faz um teste na próxima vez que for estudar que vai dar muito certo sexta dica hidrate-se o nosso cérebro funciona tipo uma bateria do celular na hora que o celular tem pouca bateria o que que ele faz ele entra no modo de economia de bateria Então na hora que começa a faltar água para nosso cérebro ele também entra nesse modo de economia alguns estudos mostram que a diminuição de 1 a 3% do teor de água no nosso corpo já diminuiu drasticamente nossos níveis de energia e diminui no desempenho cerebral e a nossa memória Então sempre que pode estudar tem um copo d'água do lado sétima dica: exercícios Tá faltando concentração ou foco? Então faça uma corrida por 20 minutos todos os dias na semana e depois ia me encontrar aqui a diferença gente vocês consegue aumentar muito a nossa concentração e não só isso ele também aumenta nosso nível de endorfina, melhora o sistema cardiovascular aumenta nosso níveis de energia, melhora o humor, diminui aansiedade!! dava para ficar falando o dia inteiro aqui dos benefícios do exercício mas acho que você já pegou a ideia e agora antes de falar a dica bônus que vai fazer total sentido depois de tudo isso que eu falei, manda esse vídeo aqui para alguém que você conhece que já tentou aprender matemática e não conseguiu tenho certeza que pode ajudar muito agora qualidade x quantidade se você não gosta de estudar então você quer estudar o menos possível então, para isso você vai ter que ter um estudo com muito mais qualidade e não quantidade é muito melhor você passar uma hora uma hora e meia a duas horas estudando mas estudando mesmo com foco sem celular sem distração sem conversinha paralela do que passar 7 ou 8 horas estudando mas toda hora respondendo alguém no WhatsApp toda hora entra no Facebook já tem alguma notificação entra no Instagram Faz assim: separa uma hora uma hora e meia que seja estude com foco Total fazendo tudo isso que eu falei se hidratando, dividindo seu estudo em partes menores, cometendo erros para você aprender que eu tenho certeza que em pouquíssimo tempo você já vai estar FERA em matemática Então beleza Essas são as dicas de hoje já escreve aqui embaixo o quanto essas dicas estão te ajudando na hora de aprender matemática a gente tiver na próxima aula um grande abraço e fui

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oi um bom dia boa tarde boa noite ou madrugada para você estudante do agora vou aprender com curso online do professor hoje na aula de redação vamos aprender alguns dos conceitos básicos que são importantíssimos para você excelência vamos contar a ninguém que seria uma frase é toda anunciado tenha sentido frazão é um conjunto de palavras com uma imagem pode ser um traço gesto pode ser uma frase uma única palavra oi é uma raça frase é toda anunciado inter sentir nominal e verbal que no final é que não apresenta um caso ea estrutura verbal e não verbal já apresenta o verbo dentro do conteúdo qual é o ideal uma nação frazier ball frase nominal o ideal é a frase verbal uma frase no brasileiro o bom dia para você meu grande amigo isso é uma frase no final não tenha leto velho na em sua construção uma frase aos eua em um ano você você é muito importante você é mais do que vencedor percebeu qual é o ideal para uma redação paul frazier nominal com todos os setores o deral a às redacções é você digita a verbatim gente som de um disco né um parágrafo de uma fase também que apresenta é velho coração s nossa está aqui relacionado à má fé a oração é o início ao todo final e dentro deste ponto até este ponto tem que apresentar lá amigo velho a inove a quantidade período o que o período a quantidade no caso e de verba pelo desde o início de uma oração álbum final do campeonato vai falar sobre um veículo cinco sobre o composto o início ao final e limita também o período desde esse período eu tenho uma oração eu posso ter pelos corações chamar no caso é diferente no simples e período composto do simples é quando eu tenho apenas uma oração ou seja conversa legal e eu de bom gosto é quando eu tenho mais de uma oração com a ajuda na constituição pedra frasal agora qualquer louie a ideal para redações é o número cinco o período composto por 12 dicas uterina é mera importante para nós e central dirigir uma nação um breve período os compostos por que meu deus fica bem mais articulado bem mais 4 e vai te ajudar também na argumentação os seus dados e também vi querer 150 é meu professor fala as curtas objetivos não confunda o uso de e do composto tá com frases objetivos a fifa também perito como o ceará ficava falando não entrou com força na estrutura fazer o melhor mas bem articulado falaram no final ponto eu estava doente pólo fiquei em casa tenho três períodos aí período simples legal em do simples agora vou transformar os três períodos em uma hora um período composto não tinha aula pois estava doente love que em casa não é o melhor ou não foi à aula pois estava doente love que em cada ponto final percebeu o início ao final e tem período da inal esse período é chamado período composto eu tenho contra as orações três corações ficou claro presta eo pelo período composto por um senhor que ficará bem mais a articular a link em nos coletivos as conjunções dos articuladores que vão ajudar com certeza até progress como temática a crescer a trazer novas informações por meio desses conectivos ficou claro se não consegues baixo só para você entender que eu tenho está assim devem apresentar sentido quadro sempre e depois eu tenho um período que é o período com busca o ideal para as redações e sempre quando for fazer uma casa procure fazer isso g o primeiro objetivo é o objeto é os dois ao mesmo tempo junto o professor comprou dois anos na ilha é na fé é a esquecido o dinheiro em casa ponto final pensei olha que legal em um trabalho esta estrutura sujeito verbo complementa o paypal hoje a directora que a directora que numa ainda coisa colocada junto de make up isto seja uma estrutura legal adequada para a relação coloca o brinco tecnológicos estão continuando depois fecha tudo bem depois que o walter é importante saber gramática não existe aquela versão para wii super bem e eu não sei gramática nada de verdade é mentira não tem hoje uma matéria se encaixa na outra bem explicado a gente ficar em branco que 40 ó espero que tenham gostado até a próxima